Carlo Ancelotti ainda tem dúvida quanto ao modelo de jogo que tentará implementar no Brasil durante o ciclo de preparação para a Copa do Mundo de 2030. O comandante, inclusive, apontou que a escolha vai depender dos meio-campistas que estiverem à disposição. Para ele, o setor é o que vem causando mais dor de cabeça devido à carência de opções.
Na primeira convocação depois do Mundial de 2026, o técnico só manteve Bruno Guimarães (Arsenal) e Danilo (Botafogo). De resto, chamou Andrey Santos (Manchester United), Breno Bidon (Corinthians), Douglas Luiz (Juventus) e Gabriel Bontempo (Santos).
Desde que assumiu o comando da seleção brasileira, o italiano utilizou dois ou três homens no meio-campo. “Temos um pouco de carência por ali, isso é óbvio e vai determinar também o modelo de jogo para o futuro. O modelo de jogo depende muito da qualidade dos jogadores que você tem”, ponderou o treinador, em entrevista coletiva.
Durante o torneio internacional, Carlo Ancelotti variou a formação no setor. O comandante escalou tanto a dupla Casemiro e Bruno Guimarães, como o trio Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá.
O técnico justificou a escolha dos meio-campistas para os amistosos com Austrália e Índia, entre o fim de setembro e o início de outubro. Breno Bidon, Bruno Guimarães, Danilo e Gabriel Bontempo são jogadores que têm capacidade para defender e atacar - os famosos ‘box-to-box’. Por outro lado, Andrey Santos e Douglas Luiz vão melhor na fase defensiva.
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