Washington Rodrigues: Filezinho à francesa

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France's coach Didier Deschamps kisses the World Cup trophy after the Russia 2018 World Cup final football match between France and Croatia at the Luzhniki Stadium in Moscow on July 15, 2018. / AFP PHOTO / FRANCK FIFE / RESTRICTED TO EDITORIAL USE - NO MOBILE PUSH ALERTS/DOWNLOADS
France's coach Didier Deschamps kisses the World Cup trophy after the Russia 2018 World Cup final football match between France and Croatia at the Luzhniki Stadium in Moscow on July 15, 2018. / AFP PHOTO / FRANCK FIFE / RESTRICTED TO EDITORIAL USE - NO MOBILE PUSH ALERTS/DOWNLOADS -

Rio - A Copa da Rússia termina com o bicampeonato da França, merecido nas circunstâncias. O nível da competição foi baixo e a final transcorreu no mesmo ritmo. Jogo fraco tecnicamente, recheado de falhas grotescas e que acabou premiando quem errou menos. Vendo os dois time brigando mais com a bola do que por ela, reforço a tese de que o Brasil perdeu para ele mesmo, para suas dúvidas, para a falta de experiência do Tite e da sua comissão técnica. A Croácia saiu em cima, pressionava quando sofreu o primeiro gol numa falta inexistente, que resultou em gol contra de Mandzukic. Sem jogar mais do que a Croácia, a França de Didier Deschamps fechou o primeiro tempo ganhando por 2 a 1. No segundo tempo, a Croácia foi para o tudo ou nada, e deu nada. A França chegou aos 4 a 1 sem fazer muita força e só levou o segundo gol graças a uma lambança do goleiro Lloris, que quis driblar Mandzukic, perdeu a bola e deu o segundo gol. Parabéns aos franceses e até o Mundial do Catar.

PEDALADAS

A interferência do árbitro de vídeo diminuiu muito nas fases eliminatórias da Copa do Mundo da Rússia. Os cartolas da Fifa argumentam que os árbitros estiveram mais seguros e erraram menos ao longo das partidas. É, pode até ser...

O tanque Lukaku esteve mal na vitória da Bélgica sobre a Inglaterra na disputa do terceiro lugar e acabou substituído. Saiu bicudo porque brigava pela artilharia e foi direto para o vestiário com saudade do fair-play da amável defesa brasileira.

BOLA fora

Gianni Infantino, presidente da Fifa, afirmou que foi a melhor Copa do Mundo que assistiu. Fiquei em dúvida sobre onde ele esteve, em que planeta vivia durante as anteriores.

BOLA DENTRO

A partir de hoje voltaremos ao fogão à lenha. Começa tudo de novo e de cara o Vasco pega uma pedreira. Precisa ganhar do Bahia pela Copa do Brasil por quatro gols de diferença.

O BRONZE FICOU PARA INGLÊS VER

A Bélgica ficou com a medalha de bronze na Copa do Mundo da Rússia derrotando a Inglaterra por 2 a 0 sem fazer muita força. Seguro e esbanjando categoria, De Bruyne foi o maestro de uma equipe afinadinha, que se mostrou firme na defesa e letal nos contra-ataques rápidos. A equipe inglesa teve até momentos de pressão no segundo tempo, criou algumas boas oportunidades, mas esbarrou na incompetência dos finalizadores, incluindo nisso o artilheiro Harry Kane, que marcou seis gols no Mundial.

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