A dura realidade

Por O Dia

O técnico Abel Braga
O técnico Abel Braga -
Misturado com Copa do Brasil, Libertadores, Copa Sul-Americana, o Brasileirão segue rolando e até com alguns jogos bem animados. O torcedor, conformado com o que lhe é oferecido, está prestigiando e, aos poucos, vai se adaptando à realidade. Faltando grandes estrelas que justifiquem sair de casa, a galera vai levada pela paixão pelo clube e prestigia até quando sente que há esperanças. No caso dos cariocas, rapidamente descobre que seu clube não tem chance de ser campeão e sofrerá com a angústia de ameaça de rebaixamento. Nossos torcedores só roem as unhas por medo do rebaixamento, fazendo contas e sonhando chegar aos 45 pontos que teoricamente os livrariam do pesadelo. A exceção é o Flamengo e, assim mesmo, com a cabeça do técnico Abel Braga a prêmio e assumindo os riscos de ter que dividir atenções com disputas paralelas, sabendo que a qualquer momento terá que se agarrar a uma delas. Muito pouco para quem já viu tanto.
CRUZADA
Treinador da seleção brasileira, Tite anda correndo dos microfones temendo as perguntas sobre a atitude de Neymar que socou um torcedor francês. Está dando tempo para o trabalho da turma que, especialmente na televisão, trata de abrir a saída de emergência por onde o técnico escapará para convocá-lo para a Copa América, contrariando seus critérios disciplinares. Está faltando pouco para provarem que foi o francês quem deu uma 'carada' na mãozinha do Neymar.
PEDALADAS
Abel Braga anunciou time alternativo para enfrentar o São Paulo. A galera não gostou e eu também não, mas no nosso futebol quase todos estão no mesmo nível. A diferença entre titulares e reservas está no ritmo de jogo.
Pedro, do Fluminense, e Toró, do São Paulo, estão com as malas feitas, lições de espanhol e inglês em dia. Só esperando o telefone tocar.
BOLA DENTRO
Bonita e emocionante a participação do Botafogo e sua torcida nas homenagens póstumas a nossa Beth Carvalho. Esse é o Botafogo que eu gosto, esse é o Botafogo que eu conheço.
BOLA FORA
Árbitros de campo estão parando demais os jogos para consultas ao árbitro de vídeo, o VAR, e depois não acrescem o tempo perdido, ficando no de sempre, entre 3 e 5 minutos.
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