Brasileiro sem espaço

Por O Dia

Abel conversa com Gabigol, Bruno Henrique e Arrascaeta em treino do Flamengo
Abel conversa com Gabigol, Bruno Henrique e Arrascaeta em treino do Flamengo -
Entramos apenas na quarta rodada do Campeonato Brasileiro e só quatro dos 20 participantes não perderam. Isso mostra que existem outras competições mais atrativas monopolizando as atenções. O Brasileirão, antes o maior e mais cobiçado campeonato do país, perdeu força enfiado num calendário maluco. Hoje, a 'Grande Procissão' serpenteia espremida entre Libertadores, Copa do Brasil, Copa Sul-Americana, jogos amistosos ou oficiais da Seleção. Os técnicos e suas comissões multidisciplinares pouco podem fazer, se limitando ao básico no pouco tempo de que dispõem para trabalhar e frequentemente são obrigados a priorizar as competições mais rentáveis, usando equipes de reservas no Brasileiro. É o que fará o Abel Braga na partida do Flamengo de hoje pela manhã com a Chapecoense porque jogou em Montevidéu contra o Peñarol, pela Libertadores, e enfrentará o Corinthians, na quarta-feira, pela Copa do Brasil. Os clubes seguem o dinheiro.
CARD PRINCIPAL
O ex-goleiro paraguaio Chilavert teve o carro abalroado por um ônibus e partiu para cima do motorista. Só que errou o soco que endereçara ao nariz do infeliz e acertou uma policial que tentava apartar a briga. Todos foram para a delegacia, onde ficou formado o Card Final do 'MMA da Bola'. As lutas serão conhecidas por sorteio sexta-feira na CBF. Neymar no pote 1, Chilavertno no 2, Paquetán o 3 e Pikachu no 4. Tite foi convidado para fazer o sorteio.
 PEDALADAS
A seleção brasileira para a Copa América será convocada sexta-feira, às 11h, na sede da CBF. Depois da façanha de ter marcado três gols na virada do Tottenham sobre o Ajax, Lucas e mais 22.
Aos 34 anos, o lateral Filipe Luís não terá seu contrato renovado com Atlético de Madrid. Está na pista.
Os médicos do Flamengo estão perdendo para a lombalgia do Diego Alves.
BOLA DENTRO
Com sua experiência, Vanderlei Luxemburgo poderá ajudar o Vasco a arrancar na sequência do Brasileirão, espantando as ameaças do fantasma do rebaixamento.
BOLA FORA
Jogadores se defendem como podem desse calendário alucinante, que inclui quatro competições paralelas. Alguns forçam cartões para cavar folgas com as suspensões.
 

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