"Percebemos que ele (Neolan) apresentou algumas lesões cortantes no corpo, o que seria compatível com uma possível luta corporal. Isso nos levou a crer que ele teria participação no crime, justamente porque as lesões que ela apresentou eram da mesma natureza. Além disso, a roupa suja de sangue nos levou a autoria desse crime que acabou sendo confirmado pelo próprio autor", disse o delegado da DH, Brenno Carnevale, ao RJTV.
De acordo com o delegado, num primeiro momento Neolan negou o crime, mas acabou confessando. O rapaz, que é soldado no 26º Batalhão de Infantaria Paraquedista desde março deste ano, foi indiciado por homicídio doloso e aborto, já que ele sabia que a Liliane estava grávida.
Segundo os policiais, o crime aconteceu na madrugada de domingo, mas o corpo só foi encontrado quando a avó de Liliane chegou em casa, no início da tarde. Quando os agentes chegaram ao local do crime, Neolan estava do lado de fora ao lado de vizinhos e parentes e ele logo foi considerado suspeito. A faca utilizada no crime foi encontrada logo depois.
Eles, de acordo com informações, se conheciam desde a infância e já namoraram durante um tempo. Mesmo separados, Liliane e Neolan ainda se relacionavam escondidos e que o filho que a jovem estava esperando seria do militar.




