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Saúde revisa demandas ao Sisreg para agilizar atendimentos

Ação visa identificar casos que possam ser resolvidos mais rapidamente pelo médico de família

Por O Dia

Rio - A Subsecretaria de Promoção da Saúde, Atenção Primaria e Vigilância de Saúde (SUBPAV), da Secretaria Municipal de Saúde do Rio (SMS), inicia neste sábado uma revisão em cerca de 80 mil solicitações de consultas secundárias encaminhadas pelas unidades de Atenção Primária ao Sistema de Regulação (SISREG). A proposta é identificar as demandas sensíveis à Atenção Primária, ou seja, aquelas que podem ser resolvidas pelo médico de família, sem necessidade de serem encaminhadas ao especialista. Espera-se que a ação agilize a solução dos casos desses pacientes.

Batizada de “É com a gente!”, a ação faz parte da programação do #OrgulhoSUS, realizado anualmente em diversas cidades brasileiras no dia 21 de março, para celebrar o comprometimento de profissionais da saúde e usuários pela melhoria do Sistema Único de Saúde. Até o fim do mês, mais de 120 médicos reguladores da SUBPAV vão trabalhar de 8h às 17h, distribuídos em unidades de saúde e nas sedes dos ASAS (Ambientes de Saberes e Aprendizagens em Saúde), para reorganizar os encaminhamentos feitos pelas unidades ao Sisreg.

Serão revisadas demandas para atendimentos de ortopedia, endocrinologia, cardiologia, pediatria, entre outras especialidades, cujos pacientes aguardam na fila do SISREG para agendamento. Aqueles casos de menor gravidade e risco serão devolvidos para as unidades de Atenção Primária de origem, para atendimento pelo médico de família. Já os de maior complexidade, que comprovadamente precisem de avaliação do especialista, serão mantidos no sistema. Com a retirada dos primeiros da fila, a expectativa é de que tanto esses pacientes quanto os que continuarem no SISREG possam ter o atendimento acelerado.

 Os serviços de Atenção Primária devem ser capazes de resolver até 80% dos casos de doenças da população. Para isso, o médico de família é treinado em um vasto protocolo de atendimentos, para ser capaz de dar essa assistência a seus pacientes nas próprias clínicas da família ou centros municipais de saúde. Apenas os casos de maior complexidade devem ser encaminhados para a Atenção Secundária, para consulta com os devidos especialistas em policlínicas ou hospitais de referência.

 

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