Filho levou mãe para o Hospital Getúlio Vargas e profissionais disseram que "caso não era grave". Após piorar em UPA, ela retornou ao hospital, mas acabou morrendo. Médica foi flagrada ao celular enquanto mulher aguardava atendimento - Reprodução vídeo
Filho levou mãe para o Hospital Getúlio Vargas e profissionais disseram que "caso não era grave". Após piorar em UPA, ela retornou ao hospital, mas acabou morrendo. Médica foi flagrada ao celular enquanto mulher aguardava atendimentoReprodução vídeo
Por O Dia

Rio - A Polícia Civil, ouve, ao longo desta segunda-feira, a equipe médica envolvida no atendimento à Irene de Jesus Bento, de 54 anos, que morreu no Hospital Getúlio Vargas após ser liberada anteriormente da unidade. O objetivo da investigação da 22ª DP (Penha) é esclarecer as circunstâncias que antecederam sua morte e apontar se houve ou não negligência. Ana Paula Araújo Noronha, médica flagrada ao celular em vídeo feito pelo filho da vítima, está sendo ouvida nesta manhã. 

Além da equipe médica que atendeu dona Irene, também serão ouvidos familiares da mulher morta, entre eles o filho que registrou em vídeo a mãe passando mal sem atendimento e os médicos na sala enquanto sua mãe agonizada na sala de espera. 

De acordo com o delegado Rodrigo Freitas, titular da 22ª DP, todas os depoimentos serão prestados ao longo desta segunda-feira. A investigação deve ser concluída em até 30 dias.

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