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Imbróglio trava 22 estações do BRT

Paradas de Campo Grande até Santa Cruz estão sem prazo de reabertura

Por O Dia

Ideia é substituir o BRT pelo monotrilho sem usar dinheiro do Estado
Ideia é substituir o BRT pelo monotrilho sem usar dinheiro do Estado -

Rio - Fechadas desde maio por problemas de segurança pública, as 22 estações do BRT na Avenida Cesário de Melo, de Campo Grande até Santa Cruz, estão sem prazo de reabertura por conta de um jogo de empurra entre a prefeitura e o consórcio responsável pelo transporte.

O trecho atende a cerca de 30 mil passageiros nos dois bairros. A expectativa era de que, com a atuação da Guarda Municipal nas 33 estações do BRT, iniciada na segunda-feira, o serviço fosse reaberto. O consórcio, no entanto, informa que o eixo não tem só problemas de calote, mas precisa de reconstrução das estações destruídas e vandalizadas, e de segurança ostensiva 24 horas por dia.

Enquanto isso, uma linha emergencial opera em paralelo ao corredor, com ônibus urbano. De acordo com a Secretaria Municipal de Transportes, o BRT já foi notificado para que a operação seja retomada na Cesário de Melo, mas que é obrigação do consórcio realizar as manutenções e reparos dos ônibus e estações.

Sobre a segurança do trecho, que chegou a ser invadido pelo tráfico há cinco meses, a Secretaria afirma, em nota, que enviou ofício a Secretaria Estadual de Segurança Pública, solicitando providências. Questionada, a Polícia Militar não respondeu.

No corredor Transcarioca, a estação Otaviano, em Madureira, também está fechada desde o dia 29 de maio, por conta de ação de vândalos. Segundo o BRT, o processo de aquisição de materiais e peças para repor os equipamentos danificados já foi iniciado. A previsão é que a estação seja reaberta em até três meses.

 

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