Mulher cai em bueiro e espera mais de uma hora por socorro em Campo Grande

Adriana Pinheiro denuncia que não havia maca no Hospital Municipal Rocha Faria para seu atendimento e que orientações médicas, atestado e receita de medicamento foram passados por um enfermeiro

Por O Dia

Adriano ficou 1h30 presa no bueiro à espera de resgate
Adriano ficou 1h30 presa no bueiro à espera de resgate -

Rio - Uma mulher caiu em um bueiro com a tampa quebrada e ficou presa por cerca de 1h30 na espera de um resgate. O caso aconteceu na rua Morrinhos, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. Segundo informações, Adriana Guimarães Pinheiro estava indo para o salão de beleza com a irmã quando caiu no bueiro.

De acordo com informações divulgadas pelo Bom Dia Rio, Adriana relatou que o quartel de Campo Grande estava sem ambulância e os bombeiros de Realengo e Santa Cruz que precisaram fazer o socorro. 

Em nota, os Bombeiros informaram que no momento do acionamento, os militares da unidade de Campo Grande estavam realizando atendimento a uma outra emergência. "Assim, seguindo protocolo, foram acionados bombeiros de quartéis vizinhos, que chegaram ao local por volta das 14 horas".

Os Bombeiros ainda informaram que, de acordo com os registros da corporação, o primeiro chamado para esta ocorrência ocorreu às 13:28, contabilizando um tempo de espera de 32 minutos aproximadamente.

Adriana foi socorrida para o Hospital Municipal Rocha Faria onde, segundo ela, não tinha macas e, por isso, aguardou atendimento na maca dos bombeiros. Ainda segundo o telejornal, Adriana informou que não recebeu atendimento de nenhum ortopedista, e as orientações médicas, o atestado e a receita de medicamento foram passados por um enfermeiro.

Em nota, a RioSaúde, responsável pela administração da unidade hospitalar, nega a falta de atendimento de Adriana por um ortopedista. Segundo o pronunciamento, ela foi atendida pelo médico cirurgião de plantão e por um ortopedista, que solicitou exames radiológicos da perna direita, joelho direito e da bacia. .

“Após realização de exames foi novamente avaliada pela médica ortopedista de plantão, sendo em seguida liberada com prescrição médica e orientações”, diz a nota.

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