De acordo com a PM, Igor e a outra pessoa trafegavam em uma Honda CB 300 sem placa. O comparsa conseguiu fugir após a colisão. Ao ser abordado, Igor deu o nome do irmão e estava sem documentos e visivelmente embriagado.
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O criminoso foi, então, levado à 17ª DP (São Cristóvão), onde foi realizado um exame de alcoolemia, que comprovou que ele estava sob efeito de álcool. Ele seguiu para a 19ª DP (Tijuca), onde foi constatado que o nome que ele deu era do irmão.
Ainda segundo a PM, em consulta ao sistema da polícia, os agentes descobriram que Igor tinha seis passagens pela polícia e três mandados de prisão contra ele em abertos, dentre eles o por latrocínio (roubo seguido de morte) na loja da Claro do Centro. Os outros mandados são por receptação qualificada e roubo majorado (com uso da violência).
Na ocasião, prédio do Departamento de Estradas de Rodagem que fica na Avenida Presidente Vargas foi atingido pelos disparos - Estefan Radovicz / Agência O DIA
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O ROUBO À CLARO
A filial da Claro roubada no dia 19 de março fica na Avenida Presidente Vargas, na altura da Avenida Passos. Na ocasião, Igor e outros comparsas estavam em duas motos. Depois de trocarem tiros com seguranças da loja, entraram em confronto com policiais da operação Centro Presente, em plena Presidente Vargas até a Central do Brasil.
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Na Central, o inspetor da viação Real Auto Ônibus Luís Carlos Pereira Viana, de 60 anos, foi baleado e morreu na hora. A diarista Aparecida Santos, 45, que estava no ponto de ônibus da região, também foi ferida, além do vigilante da loja roubada, Jorge Bastos Silva, 35.