Procon Carioca descarta 177kg de alimentos impróprios em três supermercados do Rio

Dentre as irregularidades os fiscais encontraram mantimentos próximo da data de vencimento, sem identificação de fabricante, validade e preço e ambientes com condição precária de higiene

Por O Dia

Rio - Os supermercados Zona Sul, Extra e Supermarket foram notificados e tiveram o total de 177kg de alimentos impróprios para consumo descartados pelo Procon Carioca, nesta sexta-feira. Dentre as irregularidades os fiscais encontraram mantimentos próximo da data de vencimento, sem identificação de fabricante, validade e preço e ambientes com condição precária de higiene.
O supermercado Zona Sul dentro de um shopping na Avenida das Américas, na Barra, Zona Oeste, foi notificado com descarte de 46 quilos de alimentos. Alguns estavam com até 13 dias de vencimento, entre salsicha, linguiça e frango. Além de carnes bovinas e suínas sem identificação do fabricante, data de validade e preço.
No Extra, localizado na Avenida Vicente de Carvalho, na Penha, Zona Norte do Rio, 131 quilos de produtos foram descartados por estarem impróprios para o consumo. Os fiscais encontraram vísceras de peixes no chão, tábuas de corte e lixeiras danificadas e falta de higiene em todo o setor de peixaria. Outros alimentos não estavam acondicionados de forma adequada, como indicado pelo fabricante. Sacolas também eram vendidas acima do preço, proibido pela Lei nº 8.006/2018.
Já no SuperMarket, que fica na Avenida Vicente de Carvalho, também na Penha, baratas foram encontradas andando em cima de embalagens de carnes. Os ralos do estabelecimento estavam sem tela de proteção, as lixeiras estavam danificadas e tábuas de corte impróprias para uso. O local não possuía o Certificado do Corpo de Bombeiros, as notas fiscais de compra das sacolas e preços em produtos expostos para venda.
Os supermercados têm dez dias para apresentar a defesa ao Procon e podem receber multa. Para o presidente da instituição, é necessário zelar pela saúde de quem consome nesses estabelecimentos.
"Quando o empresário se propõe a abrir um negócio que mexe com a saúde do consumidor, tem que pôr toda sua equipe em alerta máximo, atendendo as normas de higiene. As consequências de um deslize podem ser graves", ressalta.
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