Perseguição em Niterói: Vídeo mostra bandidos sendo baleados

Imagens divulgadas em redes sociais mostram o momento em que os bandidos roubam uma moto e, logo em seguida, são baleados pela polícia. PM diz que vídeo mostra segunda parte de tiroteio

Por Gustavo Monteiro

Multidão se aglomera em frente ao Plaza Shopping, após confronto entre polícia e bandidos
Multidão se aglomera em frente ao Plaza Shopping, após confronto entre polícia e bandidos -
Rio - Duas pessoas morreram e outras duas ficaram feridas após um tiroteio entre assaltantes e policiais militares, na noite de sexta-feira, no Centro de Niterói. Segundo a Polícia Militar, quatro homens se aproximaram de uma patrulha e atiraram e, por isso, os policiais revidaram. Dois bandidos fugiram em uma moto. Já os outros dois renderam outro mototaxista e foram baleados por um policial -- esse segundo momento foi registrado em um vídeo, que circula pelas redes sociais. Os criminosos baleados foram identificados como Welerson Matheus da Silva, de 24 anos, e Vitor Henrique da Costa de Oliveira, de 21 anos. Vitor morreu no local. Welerson foi socorrido para o hospital e já se encontra no Complexo Penitenciário de Bangu, após receber alta. Ainda não há vídeos do primeiro momento do tiroteio. 
 
 
Na mesma ação, dois pedestres foram baleados. Uma senhora, de 65 anos que recebeu alta. Já o  atendente de uma loja de brinquedos do shopping, Thiago da Conceição Marins, de 31 anos, morreu na manhã deste sábado, segundo a Secretaria de Estado de Saúde do Rio. Ele voltava do lanche para o estabelecimento, que fica no primeiro piso, quando foi atingido na região abdominal, afetando a veia cava, a mais importante no transporte do sangue venoso do abdômen e dos membros inferiores para o coração. Levado para o hospital Azevedo Lima, no bairro Fonseca, passou por transfusão de sangue e cirurgia, mas não resistiu.
De acordo com a Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG) foi aberto um inquérito policial para apurar a morte do vendedor. Mais imagens da ação estão sendo recolhidas. Por enquanto, ninguém foi indiciado pela morte do vendedor Thiago Marins. 

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