Escolas da rede estadual do Rio vão receber 14.600 painéis solares que serão instalados pelo governo e pela organização do Rock in Rio. No total, 210 colégios serão beneficiados com a tecnologia. O lançamento do projeto "Rock in Rio Escola Solar" foi lançado ontem, durante o terceiro dia de festival.
Para serem contemplados com os painéis, os alunos terão que fazer uma redação sobre o tema "A mudança começa por você". As unidades de ensino que mais se destacarem ganharão os painéis e os 50 melhores textos vão receber um par de ingressos para o festival de 2021. De acordo com o governador Wilson Witzel, a proposta vai gerar economia para o estado.
"A parceria garante não apenas a modernização das unidades, mas também a economia de recursos públicos. Estamos investindo para melhorar a estrutura das escolas, com a aquisição de aparelhos de ar-condicionado para todas as unidades. A partir do ano que vem, 600 escolas passarão a ter turmas em tempo integral e, até o fim de nossa gestão, todas as escolas estaduais terão turmas de ensino integral", explicou o governador.
Os painéis solares captam a luz do sol e a convertem em energia elétrica através do efeito fotovoltaico. A iniciativa permitirá que toda a economia gerada pelos painéis seja revertida para as unidades de ensino pelos próximos 25 anos.
GENOCÍDIO NO RIO
Na mesma coletiva, Witzel afirmou que irá pedir ajuda da ONU para combater a violência no Rio, que classificou como genocídio. Ele afirmou que vai pedir sanções aos países vizinhos que vendem armas ao Brasil, como Paraguai, Bolívia e Colômbia.
"O Conselho de Segurança da ONU pode tomar a decisão: retaliar Paraguai Bolívia e a Colômbia no que diz respeito às armas em si. Ou seja, países que vendem armas para esses países têm que ser proibidos de fazê-lo sob pena de continuar esse massacre, essa situação sangrenta que nós vivemos hoje nas comunidades do Rio de Janeiro".
E acrescentou:"Estamos trabalhando para não acontecer mais (homicídios). Todas essas ações: trabalhando para tirar as armas, trabalhando junto às Nações Unidas, levar a causa do genocídio do Rio, que não é o governador."




