Defensoria Pública do Rio suspende despesas que não sejam extremamente necessárias

O objetivo é preparar a instituição para os impactos financeiros que decorrerão do isolamento decretado no estado em razão da pandemia do coronavírus

Por O Dia

Defensoria Pública do Rio de Janeiro suspende gastos que não sejam extremamente necessários
Defensoria Pública do Rio de Janeiro suspende gastos que não sejam extremamente necessários -
Rio - A Defensoria Pública do Rio de Janeiro suspendeu todos os gastos que não sejam extremamente necessários pelo período de três meses. O objetivo é reorganizar as finanças e preparar a instituição para os impactos financeiros que decorrerão do isolamento decretado no estado em razão da pandemia do coronavírus.
A lista de gastos não necessários inclui despesas com viagens, serviços, participação em eventos e obras de reparo ou construção de novas sedes no estado. A compra de bens de consumo que não sejam essenciais ao trabalho da Defensoria também foi suspensa.
De acordo com o órgão, a resolução cria um Comitê de Gestão de Crise que deverá apresentar um levantamento de todas as licitações em curso com suas respectivas avaliações de impacto e prejuízo imediato, em caso de suspensão. Além disso, o grupo também deverá elaborar um estudo orçamentário com as despesas existentes e a real necessidade de cada uma delas.
Segundo explicou a defensora Julia Mainier, secretária de orçamento e finanças da DPRJ, o objetivo da resolução é implantar um protocolo de gestão temporário, em razão das situações econômica e social que surgirão em consequência à pandemia do coronavírus.
"A resolução é extremamente importante e demonstra a responsabilidade com que a Defensoria Pública vem gerindo suas finanças públicas. Diante da situação de emergência por que passamos, uma crise econômica será um inevitável efeito colateral e temos que estar preparados para isso", disse Mainier.

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