O poder da solidariedade

Com pandemia, missa tradicional será pela internet

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Por volta das 8h30 de ontem, uma enfermeira que havia saído de um plantão de 24 horas em um Centro de Terapia Intensiva (CTI) distribuiu café para os que estavam horas em pé esperando para serem atendidos. Para Miriam Marcela, de 55 anos, este é um momento em que as pessoas devem se unir para ajudar os mais necessitados.

Comovido com a situação, o capitão do 23º BPM (Leblon), Jorge Luiz Portella, 41, mobilizou toda a família para distribuir comida na fila. Disse que comprou biscoitos e pediu para a avó preparar café e lanches para serem entregues por ele e pelos dois filhos. "Tive que fazer a minha parte, vi pessoas em situações que me tocaram muito. Aquele lanche que levei foi a primeira refeição do dia de algumas pessoas que estavam na fila".

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