Coronavírus: Famílias de baixa renda podem solicitar gratuidade no sepultamento

"Zap da Cidadania", um serviço da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio, criado no inicio deste mês, esclarece essa e outras dúvidas da população fluminense

Por O Dia

Obras no Cemitério de São Francisco Xavier, no Caju, abrem mais duas mil gavetas para sepultamentos na cidade
Obras no Cemitério de São Francisco Xavier, no Caju, abrem mais duas mil gavetas para sepultamentos na cidade -
Rio - O estado do Rio de Janeiro chegou a contabilizar, nesta quinta-feira, 530 mortes de pessoas infectadas pelo novo coronavírus. No entanto, conseguir um sepultamento digno para seus entes queridos é para muitos, além de uma imensa dor, um momento de preocupação financeira, pois o serviço é caro e muitas famílias não têm como arcar com os custos.
Segundo a deputada estadual Renata Souza, presidenta da Comissão de Direitos Humanos da Alerj, famílias de baixa renda podem solicitar gratuidade do serviço de sepultamento. "A da dor da despedida é inevitável . É preciso garantir, ao menos, o sepultamento digno. Famílias de baixa renda podem solicitar a gratuidade do serviço de sepultamento. É preciso levar até o cemitério os documentos (originais e cópias) da carteira de identidade, CPF e comprovante de residência da pessoa que faleceu e também a declaração de óbito. Caso cemitério analise e recuse o pedido é possível solicitar o jazigo social, que é uma forma de reduzir os custos do sepultamento", explica. 
Caso o pedido de jazigo social seja negado, a família deve procurar a Defensoria Pública: "O Zap da Cidadania (serviço da comissão) atende estas questões e encaminha para a Defensoria Pública, mas a família pode também entrar em contato direito com a Defensoria Pública através do telefone 129”, explica Renata Souza.
O "Zap da Cidadania", um serviço da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio, criado no inicio deste mês, esclarece essa e outras dúvidas da população fluminense. Através do WhatsApp (21) 99670-1400, a população também pode relatar violações dos direitos humanos ocorridas no estado. As mensagens podem ser enviadas todos os dias da semana, em qualquer horário, e as respostas vão ser enviadas em horário comercial e em dias úteis.

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