Caso de Pedro Fernandes vai para a primeira instância, após exoneração da Secretaria Estadual de Educação
Decisão foi tomada pelo desembargador Custódio de Barros Tostes, no último dia 27. O caso foi encaminhado para a 26ª Vara Crimina
Flávio Chadud e Marcelle Chadud à esquerda; à direita Pedro Fernandes e sua mulherReprodução
Por O Dia
Rio - Os casos do ex-secretário Pedro Fernandes e da ex-deputada federal Cristiane Brasil, presos durante a Operação Catarata II, vão para a primeira instância. A decisão foi tomada pelo desembargador Custódio de Barros Tostes, no último dia 27. O político foi exonerado do cargo de Secretário Estadual de Educação, que garantia o foro privilegiado. O caso foi encaminhado para a 26ª Vara Criminal.
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Foto de governador em exercício, Cláudio Castro, com ex-secretário Pedro Fernandes, preso na Operação Catarata, está na investigação
Reprodução/ GloboNews
Flávio Chadud e Marcelle Chadud à esquerda; à direita Pedro Fernandes e sua mulher
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Cristiane Brasil gravou vídeos antes de se entregar. Pedro Fernandes, com Covid-19, está preso em casa
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O ex-secretário Estadual de Educação, Pedro Fernandes
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O ex-secretário Estadual de Educação, Pedro Fernandes, e o governador afastado do Rio, Wilson Witzel
Divulgação/Facebook
O ex-secretário Estadual de Educação, Pedro Fernandes, e o governador afastado do Rio, Wilson Witzel
Divulgação/Facebook
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Pedro Fernandes cumpre prisão domiciliar. No momento do cumprimento do mandado de prisão preventiva, no dia 11 de setembro, ele apresentou um atestado de infecção por covid-19.
A Operação Catarata mira um esquema de contratação fraudulenta de empresas para serviços de assistência social com recebimento de propina por agentes públicos que variava entre 5% e 25% do valor pago pelo contrato entre 2013 e 2018. Uma primeira fase da operação foi deflagrada em julho de 2019.