Tragédia em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, deixou 241 mortos AFP
"O Ministério Público do Rio instituiu este grupo levando em consideração a recorrência de desastres naturais, que ocasionam danos humanos, materiais e ambientais, produzindo significativa lesividade social e econômica", explicou o coordenador-geral de Atuação Coletiva Especializada, David Francisco Faria.
A coordenadora será a procuradora de Justiça Denise Tarin. Também integrarão o grupo os promotores de Justiça Vanessa Katz e Daniel Marones, respectivamente da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Petrópolis e da 3ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Angra dos Reis.
"É uma tomada de decisão no sentido de priorizar a temática da adaptação e da adequação às mudanças climáticas. Sem sombra de dúvidas, integrar as promotorias na prevenção aos desastres e nas respostas é um ponto importante para salvaguardar a segurança das pessoas que vivem em áreas de risco. Penso, nesses 20 anos atuando na área de desastres, que a temática vem somar na proteção da vida humana", disse Denise Tarin.
O GTT-Desastres terá duração inicial de seis meses e contará com suporte técnico e operacional do Grupo de Apoio Técnico Especializado (GATE/MPRJ), da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), da Gerência de Análises, Diagnósticos e Geoprocessamento (GADG/MPRJ), da Coordenadoria-Geral de Promoção da Dignidade da Pessoa Humana (COGEPDPH), dos Centros de Apoio Operacional e demais estruturas do MPRJ destinadas à gestão da informação e processamento de dados.








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