Átila NunesO DIA

Por Átila Nunes
Sabe aquela sensação de que estamos sob a influência de algo estranho? Pois é, muitos chamam de obsessores, espíritos que carregam uma energia negativa que nos tornam suscetíveis às doenças físicas e psíquicas, incluindo até o lado moral. É a fortíssima influência que alguns espíritos inferiores conseguem sobre alguns. E quem sofre é chamado de obsediado.

São nove os sinais inequívocos de que se está sob influência obsessiva. Um deles é a insistência do espírito inferior em se comunicar, seja pela escrita, pela audição, pelos ruídos (como pancadas e batidas). Outro sinal é a impossibilidade de se reconhecer as más influências que são recebidas, isto é, não se percebe o quanto é ruim a sua influência. É imperceptível.

Um outro é quando os espíritos inferiores se comunicam com médiuns sob nomes respeitáveis, famosos, mas dão informações falsas e absurdas, mentindo sem limites. Tem também aqueles obsessores que fazem elogios e mais elogios para conquistar nossa confiança, estimulando nossa vaidade e nos deixando vulneráveis.

Tem um outro sinal que poucos percebem. São os obsessores craques em afastar as boas pessoas de sua relação, justamente aquelas que lhe dão bons conselhos, mas que, obviamente, desagradam aos espíritos ruins. Tem um outro que nos mantém cegos. É aquele nos faz reagir mal a qualquer crítica que recebamos. Nossa reação é sempre ruim. E nos recusamos a refletir sobre o porquê da crítica, jamais fazendo uma autoanálise.

Para os médiuns privilegiados que têm o dom da psicografia, o problema é aquele obsessor que o influencia negativamente a escrever, escrever, sem parar. Ou pode ser um médium com outro tipo de dom, quando o obsessor não lhe dá descanso, fazendo-o incorporar com uma frequência cansativa e desnecessária.

Independentemente do uso de qualquer tipo de droga, como o álcool, por exemplo, é possível que um obsessor domine nossa vontade, forçando-nos a agir ou falar o que não pensamos. Isso pode acontecer dentro de casa, durante um simples jantar com a família, ou durante uma festa, com estranhos. Nossas reações perturbadoras são inexplicáveis para os que estão ao nosso redor.

E os ruídos? Todos já ouvimos ruídos estranhos, inexplicáveis. Alguns ouvem coisas que os outros, ao nosso redor, são incapazes de perceber. Esses barulhos são provocados por obsessores que querem, a qualquer custo, chamar atenção. O pior é que só você ouve esses ruídos...
E aí, vem a grande pergunta: como combater esses obsessores? Bem, na maioria esmagadora das vezes, nós mesmos permitimos a aproximação dessas influências exteriores ruins. Pode parecer absurdo, mas sempre por trás de uma razão física, existe uma razão moral. Por isso, é fundamental que trabalhemos nosso lado bom. Isso é fundamental para que não nos tornemos subjugados por obsessores.

É bom deixar claro: espíritos bons não exercem nenhum constrangimento. Ao contrário: aconselham e ajudam a afastar os maus. Os bons preferem se ausentar, quando não levados em consideração. Os maus, contudo, grudam nos que podem prender. Tem a obsessão simples, que é até fácil de se perceber: a influência espiritual ruim não é disfarçada, é fácil reconhecer as más intenções.

Dureza mesmo é o obsessor que fascina, aquele que paralisa a capacidade de julgar. O obsessor inspira uma confiança cega, impedindo que percebamos sua mistificação, mesmo quando os demais notam isso. Ficamos cegos. Esse tipo de obsessão atinge tanto pessoas simples, incultas, como os mais instruídos e inteligentes, arrastando-os a ações ridículas até mesmo perigosas.
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Seguinte: o melhor caminho para impedir a aproximação de obsessores é buscar a maior prática do amor ao próximo e à caridade. Quanto mais você controlar seus instintos negativos, mais seu anjo da guarda afastará os espíritos obsessores. O meio mais eficaz de livrar-se deles é atrair os bons pela prática do bem. Espíritos ruins não conseguem dominar espíritos bons. Nunca!

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