Marcus Ferreira (à esq.) deixa a Viradouro e seu ex-parceiro, Tarcísio Zanon, assume integralmente o enredo de 2023Reprodução/Instagram

Rio - Já iniciando os preparativos para o Carnaval 2023, a Unidos do Viradouro anunciou, nesta terça-feira (3), que o carnavalesco Marcus Ferreira não trabalha mais com a escola de samba. O carioca formava a dupla com Tarcísio Zanon que garantiu o título de campeã em 2020 e o 3º lugar nos desfiles do Grupo Especial deste ano.
Em comunicado divulgado no Instagram da agremiação, a diretoria informou que Marcus voltará a seguir carreira solo, enquanto Tarcísio assume integralmente a responsabilidade de criar o enredo do próximo ano. "Em nome de todos os integrantes da diretoria, segmentos e componentes de alas de comunidade, agradecemos a Marcus por todo amor, dedicação e empenho no trabalho apresentado até aqui e desejo muita sorte e sucesso na carreira. Você faz parte da história da nossa escola!", diz a nota assinada pelo presidente Marcelinho Calil.
O arquiteto e designer também usou suas redes sociais para comentar a saída da Viradouro: "E se a vida não fosse a vida, motivada por desafios? Os últimos dias foram de muitos pensamentos motivados pela oportunidade de um novo aprendizado, de uma nova etapa. GRATIDÃO, Unidos do Viradouro! Marcelão e Marcelinho Calil, obrigado por serem tão importantes ao carnaval carioca. Obrigado por me permitirem voar e espero voar próximo a tudo que vocês têm conquistado com verdade e amor", escreveu Marcus, em seu Instagram.
"Minha dupla de vida, Tarcísio, meu sonhador! Que seu novo voo seja um momento de muito brilhantismo e amor, como sempre primamos em nossos carnavais. Vocês sempre serão a minha família, a família Viradouro! Me visto de total aprendizado e de muita gratidão para um novo desafio", completou o carnavalesco, ainda sem revelar para qual escola de samba irá.
Em 2022, Marcus e Tarcísio repetiram a parceria e levaram para a Marquês de Sapucaí o enredo "Não há tristeza que possa suportar tanta alegria", relembrando o Carnaval de 1919, logo após o fim da epidemia da Gripe Espanhola. Apesar de ter se destacado no primeiro dia de desfiles, a Vermelho e Branco perdeu o bicampeonato para a Acadêmicos do Grande Rio, que conquistou seu primeiro título no Grupo Especial.
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