(FILES) This file photo taken on March 19, 2017 shows Paris Saint-Germain's Qatari president Nasser Al-Khelaifi attending the French Ligue 1 football match between Paris Saint-Germain and Olympique Lyonnais at the Parc des Princes stadium in Paris.
Paris Saint-Germain president and beIN Media chief Nasser al-Khelaifi will be questioned by Swiss prosecutors on October 25 in a World Cup media rights probe, his lawyer told AFP on October 18, 2017. / AFP PHOTO / FRANCK FIFE
(FILES) This file photo taken on March 19, 2017 shows Paris Saint-Germain's Qatari president Nasser Al-Khelaifi attending the French Ligue 1 football match between Paris Saint-Germain and Olympique Lyonnais at the Parc des Princes stadium in Paris. Paris Saint-Germain president and beIN Media chief Nasser al-Khelaifi will be questioned by Swiss prosecutors on October 25 in a World Cup media rights probe, his lawyer told AFP on October 18, 2017. / AFP PHOTO / FRANCK FIFEAFP/FRANCK FIFE/19.03.17
Por O Dia
Futebol é um brinquedo caro que exige cada vez mais recursos. Na Europa, as grandes equipes são formadas por astros de diversas nacionalidades, verdadeiras seleções mundiais. Um exemplo é o Paris Saint-Germain na França, adquirido pela Autoridade de Investimentos do Catar, QIA, tendo como residente Nasser Al-Khelaifi (foto). Na Inglaterra, equipes medianas viraram potências internacionais da noite para o dia graças a investidores de fora que encontraram no futebol uma forma de lavar dinheiro. Por isso, os campeonatos, com raras exceções, são dominados por eles. A distância técnica entre europeus e sul-americanos está cada vez maior e, se prevalecer a ideia da Fifa de promover o Mundial de Clubes com 24 participantes, nossas chances de título ficarão reduzidas até porque muitos dos nossos jovens valores estarão nos enfrentando. O pior é que a tendência é que os fortes fiquem ainda mais fortes e os fracos mais fracos.
 
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ABRE E FECHA DE ESTÁDIOS
Em algumas praças, o futebol foi liberado depois de alguns dias parado obedecendo às medidas restritivas, como no caso de Minas Gerais, por exemplo. Francamente, não entendo os critérios, se não via motivos para fechar, mais surpreso eu fiquei ao saber que liberaram novamente a realização das partidas. O que teria mudado em um curto espaço de tempo? Será que o vírus decidiu não atacar mais nos estádios, ou foi pressão política? Esse abre e fecha constante nos deixa cada vez mais confusos.
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PEDALADAS
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O revezamento da tocha olímpica segue entre protestos e proibições. A Olimpíada de Tóquio tem que acontecer para diminuir o prejuízo financeiro, que é gigante.
O zagueiro Bruno Viana vai ganhar espaço no Flamengo. É calmo e conhece a posição.
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No invicto Madureira, o técnico Alfredo Sampaio pede respeito ao Flamengo, amanhã. Diz que todos os adversários são difíceis. Que fase!
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BOLA DENTRO
Na volta dos titulares do Flamengo, com vitória de 3 a 0 sobre o Bangu, Filipe Luís foi destaque. Voltou bem fisicamente, mais ágil, firme na marcação e bem no apoio.
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BOLA FORA
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Tanto o uso do VAR precisa ser revisto que nas Eliminatórias Europeias para a Copa não está sendo usado. Não digam que é economia. Dinheiro não é problema para a Fifa.