Crivella publica decreto que determina horários distintos para funcionamento de indústria e comércio

Medida tem como objetivo diminuir aglomerações nos transportes públicos. Estabelecimentos exclusiva ou predominantemente comerciais deverão iniciar o funcionamento após às 9 horas; já os estabelecimentos exclusiva ou predominantemente industriais, deverão ter início antes das 6 horas

Por Beatriz Perez

Prefeitura ressalta que a alternância e escalonamento nos horários dos estabelecimentos é a maneira mais eficaz de evitar aglomerações nos transportes públicos
Prefeitura ressalta que a alternância e escalonamento nos horários dos estabelecimentos é a maneira mais eficaz de evitar aglomerações nos transportes públicos -
Rio - O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, publicou um decreto nesta segunda-feira no Diário Oficial do Município do Rio no qual estabelece horários diferentes para o funcionamento do comércio autorizado e da indústria durante a vigência do estado de emergência para enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. A medida tem como objetivo reduzir aglomerações nos transportes públicos.
Estabelecimentos exclusiva ou predominantemente comerciais deverão iniciar o funcionamento após às 9 horas.
Já os estabelecimentos exclusiva ou predominantemente industriais, deverão ter início antes das 6 horas.
A divisão dos turnos passa a valer a partir de terça-feira, 7 de abril.
A Prefeitura ressalta que a alternância e escalonamento nos horários dos estabelecimentos destinados à exploração de atividades econômicas é a maneira mais eficaz de evitar aglomerações nos transportes públicos. 
'Isolamento continua', diz Crivella
O prefeito Marcelo Crivella (Republicanos) afirmou, em transmissão ao vivo no Facebook na noite deste domingo, após uma reunião com o comitê científico municipal, que decidiu manter todas as medidas de afastamento social na capital fluminense.

Após analisar a curva de contaminação pelo novo coronavírus (covid-19) na cidade em uma reunião de mais de duas horas, o comitê formado por infectologistas, diretores de hospitais e médicos da rede pública decidiu por unanimidade que o isolamento tem que continuar.

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