
MC Maylon disse que está revoltado com o depoimento de Anderson e da irmã do pagodeiro, a pedagoga Riane Oliveira, sobre o caso. “Eles editaram vídeos meus e disseram que eu estava dançando muito no dia 12 de dezembro, logo após o estupro. Mas eles foram muito sujos porque juntaram dois vídeos diferentes: um do dia 12 de dezembro e outro de 30 de janeiro, em que estou com a mesma roupa”, recordou durante a entrevista com a revista.
O advogado Ivo Peralta, responsável pela defesa de Anderson e de sua irmã, afirmou que todas as alegações de Maylon não procedem. “Me parece que as provas são suficientemente precisas para indicar o Maylon pelo crime de denunciação caluniosa. Esse rapaz está se enrolando cada vez mais. Temos outras testemunhas que asseguram que ele estava lá (dançando no vídeo) no dia 12 de dezembro. Protocolizarei um dossiê com todas as datas e outras provas serão apresentadas à polícia”, disse.
MC Maylon afirmou que houve edição por parte de Anderson e sua irmã nos vídeos que foram apresentados como provas contra ele. O MC disse que foi acusado de estar no Barra Music, e se defendeu, alegando estar na festa de seu sobrinho em Jacarepagua, quando foi chamado para ir até o local. “fui para lá cheio de dor, fiquei sentado no camarote o tempo todo. Estávamos afastados e ela ficava para mim: 'vamos fazer vídeo, você está tão diferente hoje'. Olhava para ela e só lembrava da cena do motel. Por eu ter ido com a mesma roupa no dia 12 de dezembro e no dia 30 de janeiro, eles juntaram os vídeos. Ela é irmã dele, é lógico que vai defender o estuprador”, disse para a revista.
De acordo com Maylon, o crime teria acontecido na madrugada do dia 11 de dezembro, em um motel na Estrada do Catonho, em Sulacap. Segundo o MC, Anderson convidou ele para discutir sobre sua carreira, quando o cantor supostamente realizou o estupro durante aquela noite. A vítima disse ter ficado sem reação durante o momento e acusou o vocalista do Molejo de agressão e violência durante 30 minutos.







