Saturno retrógrado: é hora de reavaliação

Essa posição é um tempero dentro de questões maiores que estão ocorrendo no céu

Por O Dia

Saturno, conhecido na astrologia como o grande maléfico
Saturno, conhecido na astrologia como o grande maléfico -
Rio - O planeta, que estava transitando por Aquário, volta para Capricórnio neste mês de julho. O período carrega as questões saturninas com maior intensidade, uma vez que o chamado grande maléfico está domiciliado em ambos os signos. Segundo os astrólogos do Projeto Casa 12, Augusto Andria e Luísa Monteiro, assuntos referentes às bases políticas, materiais e aos grupos de ação, principalmente, voltados à coletividade vão estar em maior destaque.

Saturno em Capricórnio: o fim de uma era

Os últimos meses de Saturno em Capricórnio vão ser caracterizados com o fechamento de um ciclo que, de acordo com o Augusto Andria, vai afetar a estrutura em que a sociedade está baseada.

A retrogradação é marcada com o encontro com Plutão, que protege as bases que estão ruindo. “Vamos observar uma tentativa de autoridades tentarem permanecer no poder a todo custo”, observa Andria.

Necessidade de revisão

A astróloga Luísa Monteiro explica que é importante repensar as questões acerca da retrogradação. “Existe uma certa resistência cultural com o passado, porque a sociedade é treinada a olhar para frente. A gente precisa fazer as pazes com as coisas que necessitamos revisar”, afirma.
O encontro de Saturno e Plutão

A última conjunção Plutão-Saturno ocorreu nos anos 80, em Libra, que assim como a deste ano, foi caracterizada pela epidemia da AIDS e a estruturação do setor financeiro no mundo. De acordo com os especialistas, o tema da pandemia vai se estender até o final do ano. “A energia de Júpiter ‘está fraca no céu’. O planeta também está próximo aos outros dois. Plutão está impossibilitado de proporcionar transformações estando ao lado de Saturno, que vem limitando e fechando as fronteiras”, explicam.

Um respiro no fim do ano: Saturno em Aquário

Nos últimos dias de 2020, Saturno retoma o movimento direto em Aquário e se une a Júpiter. Essa posição, que ocorre a cada 20 anos, em dezembro inicia as conjunções dos dois planetas nos signos de ar. Assim, encerrando a Era de Terra, que está vigente a cerca de 200 anos.

Sobre os novos tempos, os astrólogos enfatizam que “a passagem para o elemento Ar, vem com outro repertório, como a coletividade, a humanidade, o avanço da ciência, a reestruturação social e de modos de vida, o virtual e a cultura da vigilância — que já está ganhando força”.

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