Felipe Melo já sabe o que espera da própria carreira como técnico. Durante participação no 'Olé Summit 2026', em Buenos Aires, o ex-capitão do Fluminense prometeu conquistar os principais títulos do futebol mundial quando assumir uma equipe.
"Vou ganhar a Liga dos Campeões, a Libertadores e a Copa do Mundo como treinador. É só uma questão de tempo. Não sei se serão cinco anos, dez anos", afirmou.
O ex-volante também revelou a inspiração para sua futura proposta de jogo: "Meu time vai ser um time onde os jogadores têm coragem para jogar, paixão. Gosto de jogar de forma parecida com o Guardiola, porque taticamente tenho muito em comum com ele".
Outra referência da profissão entrou em pauta. Felipe Melo avaliou o desempenho de Carlo Ancelotti à frente da Seleção, que venceu a Austrália por 4 a 2 nesta terça-feira (29), durante amistoso em Brisbane.
"O Brasil talvez tenha o melhor técnico da história, ou um dos três melhores, que é o Ancelotti. Acho que o Brasil tem seu próprio DNA e é diferente do estilo de jogo dos italianos. Quando você chega e consegue fazer o time se adaptar ao seu estilo e eles começam a vencer, as pessoas ficam quietas e não dizem nada", disse.
"Mas quando as coisas começam a dar errado, as críticas começam: 'Ele está indo muito mal, estamos muito abaixo do que pensávamos'. Quando contratam um bom técnico, como o Ancelotti, um homem forte, também existe uma grande expectativa e a esperança de que grandes coisas possam acontecer", completou.
O atual comentarista também foi questionado sobre a disputa pela Bola de Ouro. Para ele, Lionel Messi deve ficar com o prêmio, mesmo diante da qualificada concorrência.
"Eu poderia dizer Raphinha, que teve uma boa temporada com o Barcelona. Mas ele não teve impacto com o Brasil na Copa do Mundo. Eu poderia dizer Mbappé, que marca muitos gols, mas não ganhou nada com o Real Madrid. Da Espanha, poderia ser Lamine Yamal, que não teve a Copa do Mundo que Messi teve. Para mim, ele foi o melhor jogador da Copa do Mundo e teve uma ótima temporada na MLS", concluiu.
*Reportagem do estagiário Bernardo Fonseca, sob supervisão de Pedro Logato
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