Flamengo perdeu clássico
Flamengo perdeu clássicoDaniel Castelo Branco
Por O Dia
Nas condições normais, um domingo de Fla-Flu mudava a cara do Rio. Festa de cores, sons e alegria pelos bairros, bares e praias da cidade. Infelizmente, o maldito vírus cortou parcialmente o nosso barato. Maracanã sem a presença da galera, que tem que improvisar para curtir em casa, com amigos, no máximo queimando uma carne no aquecimento dos trabalhos. De qualquer forma, a magia do clássico se sobrepõe aos problemas e a expectativa é de um bom jogo entre dois tradicionais rivais. Flamengo, com dois jogos, duas vitórias e seis pontos garantidos pela garotada. Uma nova vitória e a missão estará cumprida. Fluminense, depois de inesperada derrota para a Portuguesa por 3 a 0, tratou de reforçar o grupo com a volta de alguns titulares e a estreia de Roger, seu novo comandante. A vitória será importante porque, a partir da próxima rodada, entrarão os titulares e a corrida pela zona de classificação para as semifinais ficará animada.
EXAGERO
A proibição de partidas de futebol sem público em âmbito estadual é uma medida que só deveria ser tomada mesmo em caso de extrema necessidade. Uma partida de futebol com a adoção de todos os requisitos protocolares não oferece riscos. Uma estação de trem, metrô ou terminal rodoviário reúne muito mais gente, sem falar nos passageiros embarcados nas horas de rush. Admito que se deve ter atenção com as competições nacionais e internacionais. Já os campeonatos locais não oferecem perigo algum.
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PEDALADAS
O Vasco faz cortes drásticos no quadro de funcionários, jogadores, esportes não rentáveis e até nas suas instalações. A meta no Cruzmaltino é trazer o clube para realidade.
O Tottenham, da Inglaterra, volta a carga para ter Gerson, com uma oferta de 34 milhões de euros. O Flamengo nega. 
O Liverpool, mesmo grupo e outro futebol, caiu demais.
O lateral-direito Pará, do Santos, ganha uma camisa 10 autografada por Pelé.
BOLA DENTRO
Antes do Maracanã, o Estádio de São Januário era o maior do Brasil e palco dos confrontos internacionais. Torná-lo patrimônio do Rio de Janeiro foi justa homenagem.
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BOLA FORA
Futebol jogado às 15h em pleno verão contraria todas as recomendações dos especialistas em Medicina esportiva. Vidas dos atletas em risco.
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