'Aglomerou', que teve live interrompida por tiroteio e polícia, se apresenta neste domingo

Grupo de pagode faz novo show com transmissão pelo Youtube. Polícia Civil invadiu local onde acontecia transmissão em Angra dos Reis durante operação para prender milicianos, que faziam festa em casa ao lado

Por O Dia

Grupo Aglomerou:
Grupo Aglomerou: "Estou tenso até agora", diz o cantor João Victor Costa (à frente) -
Rio - O grupo 'Aglomerou', que teve a live interrompida por uma operação policial com helicóptero e tiroteio, fará uma nova apresentação neste domingo. O show será transmitido pelo Youtube e começa às 15h.

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Grupo Aglomerou: "Estou tenso até agora", diz o cantor João Victor Costa (à frente). Reprodução de vídeo Reprodução de vídeo
Grupo Aglomerou: "Estou tenso até agora", diz o cantor João Victor Costa (à frente) Reprodução/Instagram
Milicianos armados em festa em Angra dos Reis: vídeos na internet ReproduÇÃO DE vÍdeo | WhatsApp O DIA
Grupo de pagode Aglomerou Reprodução
Semana passada, o show do grupo era transmitido pela Internet quando policiais civis invadiram a casa onde os integrantes tocavam, em Angra dos Reis, na Costa Verde. Os agentes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), com o apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), buscavam milicianos que estavam em uma festa, mas no imóvel ao lado. 
"Tudo aconteceu muito rápido. Não tinham nem 10 minutos de live, quando percebi o helicóptero se aproximando. Achei que fosse uma ronda de rotina, mas foi chegando cada vez mais perto, mais perto. Daqui a pouco escutamos ‘deita, deita’. Olhei para trás e eles (policiais) sacaram que estavam no lugar errado. Viram a estrutura do evento. A galera da produção falava 'aqui é live beneficente, casa de família'", lembra Costa.
A festa da milícia
A polícia identificou pessoas quem estavam na festa da milícia, o verdadeiro alvo da operação. Entre eles estão três soldados da Polícia Militar, que não tiveram seus nomes revelados. Os policiais alegaram em depoimento que foram convidados por Renata Berkerick, que aparece em vídeos da festa com um homem armado. Os soldados da PM não aparecem nos vídeos divulgados pelo DIA, segundo foi apurado.
Também foram identificados três homens que estavam armados nos vídeos que circularam pelas redes sociais. Uma das linhas de investigação aponta que o miliciano Wellington Oliveira, o Ecko, estaria participando da festa.

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