'Jamais compactuei com atos de corrupção patrocinados pelo Edmar', diz Witzel
Depois de infecção, governador afastado do Rio afirma que trabalha em sua defesa neste domingo e volta a acusar ex-secretário de Saúde preso e que o delatou. Ontem, um dia após ser afastado, ele passou mal e foi parar no hospital
Wilson Witzel no Palácio Laranjeiras em pronunciamento após afastamento do STJCléber Mendes
Wilson Witzel no Palácio Laranjeiras em pronunciamento após afastamento do STJ
Cléber Mendes
Wilson Witzel no Palácio Laranjeiras em pronunciamento após afastamento do STJ
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Através da conta oficial no Twitter, Witzel afirmou que sua defesa está sendo cerceada. "Estou sendo linchado politicamente por contrariar interesses poderosos. Não descansarei até demonstrar que fui enganado e provar minha inocência", disse ele.
Na rede social, ele ainda afirma que "enquanto foram encontrados R$ 8,5 milhões em espécie com o delator, o ex-secretário Edmar, em minha casa nada foi achado, salvo contratos com notas fiscais emitidas. Ainda assim, o MPF resolveu considerá-los "propina", escreveu o governador.
Witzel declara, ainda, que não deu tempo da defesa provar que o único ato praticado por ele referente à Organização Social Unir, investigada na Operação Placebo, contrariou interesses desonestos do delator, o que já o fez ser punido do cargo. Ele acrescenta que tão logo soube das irregularidades, afastou os envolvidos.
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"Não posso responder por atos de terceiros que tenham agido de má-fé. Jamais compactuei com os atos de corrupção patrocinados pelo ex-secretário Edmar. Ele traiu a todos nós e, pelas investigações, já vinha sendo corrupto desde 2016", finalizou Witzel.