Lamsa anuncia volta do pedágio da Linha Amarela para esta sexta-feira

Previsão inicial era de que trabalho para troca dos materiais danificados na noite de domingo iria durar um mês

Por O Dia

Cerca de 100 funcionários trabalham na reconstrução da praça do pedágio
Cerca de 100 funcionários trabalham na reconstrução da praça do pedágio -
Rio - A Lamsa anunciou, nesta terça-feira, que deverá voltar com a cobrança do pedágio na Linha Amarela a partir da meia-noite desta sexta. Até então, a concessionária previa cerca de um mês para a reconstrução da praça do pedágio, que foi destruída por agentes da prefeitura, na noite de domingo, quando o município reassumiu o controle da via expressa.
"A recuperação da estrutura, cinco dias após a destruição feita pelas equipes do prefeito Marcelo Crivella, está sendo possível graças ao trabalho de aproximadamente 100 funcionários das empresas do grupo Invepar de todo o país, que se disponibilizaram para colaborar com o time da Lamsa", a empresa disse, em nota.

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Cerca de 100 funcionários trabalham na reconstrução da praça do pedágio Luciano Belford / Agência O Dia
Cerca de 100 funcionários trabalham na reconstrução da praça do pedágio Luciano Belford / Agência O Dia
Cerca de 100 funcionários trabalham na reconstrução da praça do pedágio Luciano Belford / Agência O Dia
Cerca de 100 funcionários trabalham na reconstrução da praça do pedágio Luciano Belford / Agência O Dia
Cerca de 100 funcionários trabalham na reconstrução da praça do pedágio Luciano Belford / Agência O Dia
Cerca de 100 funcionários trabalham na reconstrução da praça do pedágio Luciano Belford / Agência O Dia
A concessionária informou que cogitava a volta do pedágio em 30 dias por conta do cenário de destruição no local. De acordo com a empresa, foram destruídos cabines, câmeras, cancelas, luminárias, portas, estruturas em vidro, equipamentos eletrônicos e sistemas para a cobrança da taxa que vai de R$ 7,50 a R$ 45.
Desde a noite desta segunda, os agentes da concessionária trabalham para a substituição dos aparelhos danificados. A previsão é que o trabalho, que vai custar cerca de R$ 3 milhões, seja concluído até o fim de semana.
PREFEITURA X LAMSA
A queda de braço entre a prefeitura e a Lamsa já dura quase um ano. O município alega que está sendo prejudicado na equação que trata do equilíbrio econômico-financeiro do contrato entre as duas partes.
A primeira tentativa de reverter a situação aconteceu no fim do ano passado, quando Crivella determinou que a concessionária deixasse de cobrar pelo pedágio no sentido Fundão da via expressa. A intenção era devolver para a população o valor que seria dos cofres públicos. Outras duas tentativas se seguiram ao longo deste anotodas derrubadas por liminares da Justiça.
Já na última sexta o prefeito anunciou o rompimento unilateral do contrato de concessão, notificando a Lamsa na noite de domingo. A concessionária recorreu e horas depois a Justiça derrubou a decisão do prefeito, liberando a cobrança do pedágio e estabelecendo uma multa ao município de R$ 100 mil por dia que a Lamsa ficar sem arrecadação. A prefeitura avisou que iria recorrer.
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