Geovanna Tominaga tem múltiplas funções
Geovanna Tominaga tem múltiplas funçõesDIVULGAÇÃO
Por O Dia

Hoje é o Dia Internacional da Mulher, e nada como um exemplo famoso para inspirar a mulherada por aí. Geovanna Tominaga é multifacetada e circula muito bem no universo virtual. Administra e multiplica seu tempo entre a sua vida familiar, com a maternidade do Gabriel, de 2 anos, o casamento com Eduardo Duarte e sua carreira. A apresentadora, jornalista, atriz, palestrante, colunista, empresária e celebrante de casamentos empreende sua mais nova função, a de educadora parental.

Formada em jornalismo, Geovanna é movida a desafios e foi assim desde muito cedo. Ainda criança foi assistente de palco da apresentadora Angélica, permanecendo no posto de Angelicat por oito anos. Ainda com os pés no universo infantil foi apresentadora da 'TV Globinho'. Apresentou o programa 'Vídeo Show', foi repórter dos programas 'Mais Você' e 'Hipertensão', na TV Globo. Em 2017 comandou o programa de negócios, 'Mercados', na TV Brasil.

Em 2017 empreendeu com a Celebrando Amor, empresa de celebração de casamentos. O negócio começou de forma despretensiosa, atendendo a pedido de amigos que a incentivaram a subir no altar para celebrar casamentos e unir famílias. A Celebrando Amor cresceu e passou a oferecer o curso de formação para novos celebrantes e mentoria para orientação de noivos, no momento dos votos.

Convidada pela TV Record para participar do programa 'Dancing Brasil', Geovanna aceitou o desafio e se entregou de corpo e alma, ganhando a competição comandada pela Xuxa, em 2018.

Geovanna, muito ligada à família e com trânsito livre no universo infantil, teve com o nascimento do Gabriel a vontade de estar mais próxima das temáticas que envolvem a maternidade, a infância, a família, a educação e os conflitos que as novas relações possam gerar.

A busca constante em adquirir conhecimento, o interesse pelo universo literário e pela temática Educação Infantil levou Geovanna a se formar em educadora parental, pela PDA (EUA). Pós-graduanda em educação, neurociência e desenvolvimento infantil, pela PUCRS, ela é uma mente aberta a novos conhecimentos.

Na época da gestação de seu filho, naturalmente Geovanna foi trocando experiências e expectativas surgidas na gestação e depois, no período pós-parto, com mães que a procuravam via WhatsApp ou pelo Instagram. De maneira informal foram sendo criados grupos de troca, que cresceram e que permanecem até hoje.

Atualmente, como educadora parental, Geovanna promove palestras, cursos e consultorias para pais que estão em busca de trocas e aprendizados sobre o novo universo familiar. Na internet, comanda encontros como o grupo 'Mãe só tem uma', a websérie 'Conversas Maternas' e lives com mães famosas e profissionais do universo infantil.

Para acompanhar todos os momentos dela, basta seguir os perfis dela nas redes sociais: @geovannatominaga, @celebrandoamor e @conversasmaternas.

Para marcar essa data tão importante, ela respondeu algumas perguntas sobre o mundo feminino.

Você foi criada cercada de mulheres. Que experiências desse convívio intenso com essas mulheres você levou para sua vida familiar e profissional?

Muitas mulheres que me rodearam durante a infância e adolescência são exemplos de trabalho, de esforço, determinação e humanidade. Minha mãe, minha maior referência, começou a trabalhar cedo para ajudar no sustento dos 10 irmãos. Ela nunca parou de trabalhar e sempre me incentivou a conquistar o que eu queria com dedicação e humildade independente do posto alcançado. Acho que isso me moldou e me fez ser o que sou hoje.

Você demonstra ser uma profissional muito séria e aplicada nos seus projetos. É estudiosa, demonstra paixão e garra em tudo que se envolve. Essa força, essa garra, esse desejo, você bebeu na fonte dessas mulheres com quem você cresceu?

É claro que elas foram referências positivas e inspiração na minha vida, mas acredito que a força e a garra vem do meu desejo de fazer e conquistar as coisas que amo. É isso que me motiva todos os dias.

No seu núcleo familiar, você, seu marido e seu filho, você é a única mulher. Vocês já se preocupam para que a educação do Gabriel não seja moldada dentro do modelo estrutural machista? Porque é muito comum que as famílias repitam esse modelo automaticamente, onde a mulher cuida das coisas da casa e o homem é "servido". Vocês pensam em criar o Gabriel de forma diferente desse padrão?

Aqui em casa não existe essa desigualdade, tudo é muito equilibrado. Eu e meu marido vivemos assim, nos respeitando enquanto pessoas e acredito que ter esse exemplo dentro de casa já é um grande passo na educação de uma criança. Eu me preocupo em ensinar ao meu filho a respeitar o ser humano, independente de qualquer coisa.

Cada vez mais as mulheres exercem papéis de destaque na nossa sociedade. Muitas atuam em profissões de chefia, dirigem empresas multinacionais e governam países. Você acredita que ainda estamos longe de uma sociedade igualitária, onde os salários sejam equiparados entre ambos os sexos?

Eu acho que ainda demora algumas gerações para que a gente possa ver um real equilíbrio no mercado de trabalho. Mas já conquistamos muito e isso significa que podemos ir além e continuar a batalha para sermos devidamente valorizadas.

A mulher do século XXI é cobrada pela sociedade a se multiplicar para atender inúmeras demandas que não existiam antigamente. Administrar a casa, ser bem-sucedida profissionalmente, ser bem-graduada, ser boa mãe, ser linda, ser boa esposa... Você é atriz, apresentadora, educadora parental, mediadora, empreendedora, celebrante, mãe de um menino de dois anos, pós graduanda, não para nunca?

Não (risos). Se parar enferruja! Essa é a minha essência. Sou muito ativa, minha cabeça fervilha de ideias e tento organizá-las para tentar colocar em prática aquilo em que acredito e que quero ver no mundo. Com a maternidade, a rotina fica mais puxada mas ao mesmo tempo tenho mais vontade de fazer, de ser exemplo para minha família e meu filho.

Você acredita que a força da mulher pode mudar o mundo?

Com toda certeza! Nós somos a engrenagem do mundo. Se nós pararmos, o mundo para também. A mulher tem uma força diferente que complementa o movimento das coisas. Só falta o mundo perceber essa importância.

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