Parte das cestas distribuídas na primeira fase da campanha
Parte das cestas distribuídas na primeira fase da campanhaDivulgação
Por Irma Lasmar
SÃO GONÇALO - Realizada entre o Dia Nacional do Livro Infantil (18/04) e o Dia Mundial do Livro (23/04), duas datas comemorativas importantes para seu segmento, a campanha Flisgo Solidário arrecadou R$ 7 mil, revertidos em 100 cestas básicas contendo alimentos não perecíveis e um livro. A ação foi promovida pelo grupo Acesso Cultural, responsável pelo Festival Literário de São Gonçalo (Flisgo), idealizado por Alberto Rodrigues, e o grupo feminino CP Mulher, coordenado por Leila Araújo.
O sentimento de gratificação dos participantes em amenizar a fome de famílias em situação de vulnerabilidade foi tão genuíno que a iniciativa, que conta com 14 empresas parceiras para sua realização, ganhou uma segunda fase. E só nesta primeira semana o movimento já conseguiu mil reais. 
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Desta vez, a arrecadação é híbrida: dinheiro ou comida. A chave PIX continua a mesma: [email protected]. Já os alimentos podem ser entregues no Teatro Armazém, na Travessa Rubens Falcão nº 346, no bairro Porto Novo. O palco não-governamental, dirigido por Igor Lopes e Alinne Kelly Curvão, é conhecido por revelar talentos em montagens acessíveis à população, que mais uma vez abre as portas para atividades de interesse geral e democrático.
O local também já está recebendo livros (novos ou usados e em bom estado). Na primeira fase, a maioria dos exemplares veio dos próprios escritores da região. A intenção faz parte do pilar principal do Flisgo, que é o acesso ao conhecimento para todos indistintamente.
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Cada cesta continha um livro, também fruto de doação - Divulgação
Cada cesta continha um livro, também fruto de doaçãoDivulgação
O lema "Junte dez amigos e doe dez reais cada" continua neste novo momento de continuidade da ação, que ganha ainda a força persuasiva de um novo chamamento: o "Dia das Mães sem fome".
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"O segundo domingo do mês de maio mexe conosco, agora mais que nunca, porque ninguém suporta ver uma mãe sofrer, ainda mais por fome. Está muito, muito difícil, para muita gente, atravessar essa pandemia. E está insuportável não conseguir atender a todas as mães que pedem por comida para alimentar seus filhos. Não é um exagero falar disse, mas um apelo. Nos ajudem", exclama Alberto. "Queremos combater a fome, mazela social que em pleno século XXI mata pessoas nas grandes metrópoles, e em paralelo aumentar o acesso aos livros visando a descentralização do saber, garantindo mais um direito básico constituído", justifica ele quanto à luta pela equalização econômica e também social.
Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 99283-9424. 
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Um dos slogans da campanha - Divulgação
Um dos slogans da campanhaDivulgação