Prefeitura de Teresópolis
Prefeitura de TeresópolisDivulgação
Por Paula Valviesse
Teresópolis iniciou o ano de 2021 lutando para diminuir a taxa de ocupação dos leitos de UTI exclusivos para pacientes Covid-19 nas três unidades conveniadas ao Sistema Único de Saúde (SUS). Em fevereiro, antes das aglomerações constatadas no feriado de Carnaval, o município manteve cerca de cinco, dos 41 leitos existentes, disponíveis. No entanto, neste mês de março a situação piorou, não havendo leitos na cidade, apenas os regulados pelo Estado, sendo necessária a transferência de pacientes para outros municípios.
Por conta dessa situação, inclusive com a confirmação de um caso da nova variante do coronavírus na cidade, o prefeito Vinicius Claussen vem se manifestando sobre as tentativas do município de conseguir a abertura de novos leitos de UTI. Perguntada sobre essa afirmação, a assessoria da Prefeitura informou que ainda não há resposta definitiva, mas que o prefeito está estudando com os hospitais conveniados a possibilidade de viabilização destes novos leitos.
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A última ampliação de leitos de UTI no município foi no dia 20 de janeiro, quando a administração municipal anunciou a contratação de mais 10 leitos de UTI, no Hospital São José. Com a contratação, o município passou a contar com 84 leitos, sendo 43 leitos clínicos e 41 de UTI.
Por conta dessa ação, em janeiro, entre os dias 22 e 31, Teresópolis manteve uma média de 10 leitos de UTI Covid-19 disponíveis, exatamente os novos contratados.
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Sobre a contratação, o prefeito explicou em janeiro que a maior dificuldade que vem sendo encontrada para ampliação de leitos de UTI Covid-19 não são os equipamentos necessários, mas sim a disponibilidade de equipe médica, especialmente intensivistas para acompanhamento a pacientes de UTI.
No ano passado, de agosto a dezembro, o município já vinha tendo dificuldades em manter a taxa de ocupação dos leitos de UTI Covid-19 abaixo do nível preocupante. Com 31 leitos disponíveis, a média de leitos livres manteve-se abaixo dos 10.
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Agora, para tentar conter um colapso na Saúde, o Executivo tem ampliado as medidas restritivas, com atualização frequente do decreto que estabelece as normas de funcionamento das atividades econômicas, tendo inclusive retornado com sistema de rodízio de CPF para acesso aos estabelecimentos comerciais e ainda intensificado a fiscalização, com multas sendo aplicadas, além de interdições e notificações.
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