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Imobiliárias investem na assinatura digital para contratos de aluguel

Futuro inquilino pode fechar o negócio a qualquer hora e em qualquer lugar, sem ter a necessidade de idas ao cartório

Por Marina Cardoso

Segundo especialistas, o primeiro passo é avaliar o tempo de construção do imóvel e condições da estrtura do empreendimento
Segundo especialistas, o primeiro passo é avaliar o tempo de construção do imóvel e condições da estrtura do empreendimento -

Rio - Incorporadoras e imobiliárias estão investindo cada vez mais em um procedimento de locação feito exclusivamente pela internet. Com o novo formato de assinatura, o futuro inquilino pode fechar o negócio a qualquer hora e em qualquer lugar, sem ter a necessidade de idas ao cartório. O processo pode ser feito pelo computador ou pelo smartphone. Durante o processo, o futuro locatário recebe um documento para confirmar as cláusulas e dados do contrato de locação e confirmação da assinatura.

O QuintoAndar, por exemplo, começou a operar já no ambiente online. Assim que a proposta é aceita pelo proprietário e o inquilino passa pela análise de crédito, a empresa gera o contrato, que é encaminhado para as partes envolvidas na negociação. Uma vez assinado, o contrato é fechado. “É um caminho sem volta, com a tecnologia facilitando e simplificando processos antes burocráticos”, explica André Penha, cofundador da empresa.

Mas esse novo modelo de negócio também atingiu em cheio as empresas tradicionais do setor. Desde o ano passado, contratos de aluguel firmados pela Administradora Renascença podem ser feitos apenas pela internet. Para Alexandre Parente, vice-presidente administrativo da empresa, o novo formato desburocratiza as negociações. “Dependendo do caso, a locação é validada em até 12 horas, além de não ter custo para os clientes”, explica.

A imobiliária Sawala também está investindo nesse cenário. “Já é uma realidade. Os clientes podem fazer o processo de forma gratuita”, afirma Antonio Augusto Gonçalves, gerente jurídico da Sawala Imobiliária.

Mesmo com as mudanças nas administradoras, o consumidor ainda pode optar pela assinatura convencional. Nesse formato, é preciso reconhecer o documento em cartório. Entretanto, os custos costumam ser mais elevados.

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