Um estádio a favor da cidadania

Além do futebol, Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, abriga outras atividades, todas voltadas exclusivamente à população da cidade

Por O Dia

Rio - Nem só de partidas de futebol ‘vive’ o Estádio General Sylvio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda. Aos 66 anos — uma reforma em 2004 garantiu o aspecto e a capacidade atual —, o espaço também abriga diversas outras atividades, todas voltadas exclusivamente à população da cidade — mais de três mil pessoas passam diariamente pelo local.

O estádio é um complexo com centros oftalmológico e de reabilitação para cardíacos%2C além de academia de ginástica e policlínica%2C entre outros Divulgação

No interior Raulino de Oliveira, como é mais conhecido, há a Academia da Vida — voltada para os maiores de 60 anos —, o Centro Oftalmológico, criado em 2012 e com 10 especialistas. Além deles, a Ótica da Cidadania, que realiza distribuição gratuita de óculos para a população carente. O estádio ainda tem uma unidade do Centro de Ensino a Distância — Cederj —, além dos centros de Fisioterapia e de Reabilitação para Cardíacos.

O Raulino de Oliveira conta também, desde 2009, com a Policlínica da Cidadania, que tem realizado mais de 25 mil consultas e exames mensais. O local possui mais de vinte especialidades — cardiologia, pneumologia, neurologia, ortopedia, urologista, oftalmologia, pediatria e dermatologia, entre outras. Além dele, o Centro de Imagem, que realiza mamografia, tomografia, ultrassonografia e raio-X.

Conforme Felipe Moura de Araujo, atual administrador do Raulino de Oliveira, o estádio também promove visitas guiadas para as escolas das redes municipal, estadual e particular, além de caravanas de torcedores. “Nosso objetivo é potencializar os serviços já existentes, criando novas especialidades e dando maior visibilidade ao estádio.

Também queremos atrair investimentos em sua área de influência, como a construção de hotéis e restaurantes, entre outros, tornando o local um importante instrumento para o lazer e o entretenimento da população”, comenta Felipe Moura de Araujo.

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