Transporte coletivo leva quase meio milhão de pessoas à Cidade do Rock

Mais de mil táxis fiscalizados, 100 lacrados e cerca de 200 táxis fantasmas rebocados em sete dias de evento

Por O Dia

Rio - A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Transportes e da CET-Rio, apresenta balanço final das operações de trânsito e transporte do Rock in Rio 2013. Nos sete dias de evento, quase 500 mil espectadores optaram pelo transporte público para chegar ao festival.

A linha especial, que fez a ligação do Terminal Alvorada à Cidade do Rock, transportou 340 mil passageiros. Cerca de 200 coletivos circularam das 10h às 4h, em cada dia evento, com partidas em intervalos de aproximadamente dois minutos e, nos horários de pico, intervalos de um minuto.

A plataforma exclusiva de embarque para a Cidade do Rock permitiu operação simultânea em até 20 ônibus. O tempo de espera médio para o embarque foi de dez minutos. Já no Terminal Cidade do Rock, a bateria de roletas na entrada da área de embarque permitiu rápido escoamento do público na saída.

Seguindo as determinações da prefeitura, a organização do evento e a Rio Ônibus reforçaram a sinalização para os passageiros tanto na saída da Cidade do Rock quanto no Terminal Alvorada.

Já o serviço Rock in Rio Primeira Classe, operado por ônibus rodoviários tipo frescão com frota de 480 veículos, partiu de 14 pontos da cidade com destino ao festival, desembarcando no terminal dentro do RioCentro. Cerca de 135 mil espectadores utilizaram esse serviço durante os sete dias de evento. O Terminal RioCentro operou com sete plataformas de embarques simultâneas divididas por destino, garantindo tempo médio de embarque de 15 minutos.

Fiscalização vistoria 1.091 táxis no Rock in Rio

Durante o festival, equipes de fiscalização da Secretaria Municipal de Transportes (SMTR) vistoriaram 1.091 táxis nos principais portões de entrada do Rio e no entorno da Cidade do Rock. Os 40 agentes apreenderam 202 táxis fantasmas (carros de passeio que, irregularmente, fazem transporte de passageiros sob cobrança).

Os táxis fantasmas são veículos descaracterizados que trafegam com placa na cor cinza, sem taxímetro e sem qualquer autorização da prefeitura. Além disso, os agentes lacraram 100 táxis por mau estado de conservação e também rebocaram 24 táxis piratas, nove motos e 21 vans com documentação irregular. Foram aplicadas 942 multas por diversas irregularidades nos sete dias de fiscalização.

Durante a operação, houve 11 flagrantes de cobrança no tiro. Neste caso, são abertos processos administrativos para cassação das permissões desses taxistas.

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