Delegacias de homicídio vão investigar mortes em supostos autos de resistência

A decisão de mandar os inquéritos para as três delegacias foi do chefe de Polícia, Fernando Veloso

Por O Dia

Rio - A partir do dia 13, mortes ocorridas em supostos casos de resistência à ação da polícia em algumas áreas do Rio, Baixada e Niterói passarão a ser investigadas pelas três delegacias de homicídios existentes no estado.

Nesta primeira fase, foram incluídas regiões onde, no mês passado, ocorreram sete dos 58 casos registrados como autos de resistência (12% do total). Foram selecionadas as Aips (Áreas de Segurança Pública) de Centro, Grande Tijuca, Jacarepaguá, Leblon/Rocinha, São João de Meriti, Magé e Niterói/Maricá. 

Mais policiais

A decisão de mandar os inquéritos para as três delegacias de homicídios foi do chefe de Polícia, Fernando Veloso. A ampliação do projeto depende da nomeação de mais policiais: em novembro chegam cerca de 150 oficiais de cartório.

Campo minado

Só na Aisp que inclui Colégio e Barros Filho houve, em setembro, nove mortes geradas por suposta resistência a policiais.

A ponte da discórdia

Empresários de ônibus temem que a ponte que ligará o novo trecho da Transoeste à estação Jardim Oceânico do metrô, na Barra, não fique pronta até a Olimpíada. Eduardo Paes nega — para ele, há apenas o interesse, por parte do consórcio de empresas, de apressar a inauguração da estação do BRT Cittá America, que fica antes da tal ponte.

Adesões

Antecipado nesta quarta-feira pelo Informe no 'DIA Online', o manifesto de evangélicos pela saída de Eduardo Cunha da presidência da Câmara foi iniciado por lideranças de denominações tradicionais — anglicanos, luteranos, metodistas e batistas. Ao longo da tarde, recebeu adesões de integrantes da Assembleia de Deus e de outras igrejas pentecostais. Às 19h45, tinha mil assinaturas.

Últimas de Rio De Janeiro