Xeique do Bahrein e dirigente liberiano tentam disputar eleição na Fifa

Prazo final para validação das candidaturas é nesta segunda

Por O Dia

Salman Bin Ibrahim Al-Khalifa está no pleitoReprodução

Suíça - O presidente da Confederação Asiática de Futebol (AFC), o sheik bahrenita Salman Bin Ibrahim Al-Khalifa, e o presidente da Federação de Futebol da Libéria, Moussa Bility, garantiram nesta segunda-feira terem completado o processo de formalização da candidatura à presidente da Fifa.

A agência de notícias "Bahrein Bna" divulgou a confirmação da presença do presidente da entidade continental na corrida eleitoral, enquanto o dirigente africano deu entrevista à emissora britânica "BBC", dizendo estar regularizado para entrar na disputa.

Salman Al-Khalifa, membro da família real do Bahrein, é presidente da AFC desde 2013, acumula o cargo de vice na Fifa, e foi um dos grandes apoiadores da candidatura do Catar para sediar a Copa do Mundo de 2022, que acabou vencendo a concorrência.

Organizações pró-direitos humanos, antes mesmo da oficialização da presença do sheik no pleito, pediram que o presidente interino da Fifa, o camaronês Issa Hayatou, impedisse a inscrição do bahrenita, pela colaboração na perseguição de atletas do reino asiático que se manifestaram a favor da democracia.

Outros que confirmaram candidatura foram o francês Michel Platini, que está suspenso e presença ainda indefinida, o que levou a Uefa a lançar o ítalo-suíço Gianni Infantino como plano B, o princípe jordaniano Ali ben Al-Hussein, o francês Jérôme Champagne, o trinitino David Nakhid e o sul-africano Tokyo Sexwale.

Único brasileiro a manifestar interesse em presidir a Fifa, Zico ainda corre contra o tempo para conseguir quatro apoios de federações nacionais, que se juntariam ao da CBF, para poder ter o nome confirmado no processo eleitoral.

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