Instituto estuda implantar sistema para reduzir estatísticas de balas perdidas

Novo equipamento do Carlos Éboli permitiria a criação de banco de dados das armas e munições apreendidas

Por O Dia

Rio - O Instituto de Criminalística Carlos Éboli estuda a implantação de um equipamento para reduzir as estatísticas de crimes de balas perdidas no Rio de Janeiro.

O novo sistema permite a criação de um banco de dados das armas e munições apreendidas, e dos projéteis e cápsulas recolhidos nos locais de crimes. O confronto destas informações, atualmente, quando é feito, é de forma precária. O novo equipamento contribuirá para a identificação de armamentos e a solução de crimes no estado.

Sem efeito
Chefe de Polícia Civil, Fernando Veloso publicou decreto no boletim interno da corporação pondo fim a duas medidas adotadas pela antecessora Martha Rocha

Caça-níqueis
Uma delas determinava que fossem presos em flagrante donos de estabelecimentos comerciais que tivessem máquinas caça-níqueis instaladas.

Apreensões
A outra exigia que fossem feitas fotos do selo da facção criminosa que explorava a máquina (para que fossem anexadas ao laudo pericial) e o encaminhamento das apreensões para o depósito da Polícia Civil, proibindo que ficassem nas delegacias por mais de 48 horas.

Carteirada 
Em sua primeira ida à Câmara como deputado, em 2015, Marco Antônio Cabral (PMDB) teve que dar uma, digamos, carteirada para poder acessar o plenário. Fora barrado pelo segurança que, ao olhar para o parlamentar, então com 23 anos, advertiu: “Aqui só podem entrar deputados”.

De olho na CBF
Famoso pelo comportamento dúbio, o presidente do Fluminense, Peter Siemsen, ex-crítico da CBF e da Federação de Futebol do Rio (Ferj), agora sonha com um cargo na CBF. E para isso conta com o apoio da Ferj. É mole?

Últimas de Rio De Janeiro