Informe: Debate sobre impeachment de Dilma será abordado na campanha de Jandira

Candidata à prefeitura do Rio dirá que a revitalização da Zona Portuária só foi possível por conta dos investimentos na gestão de Dilma

Por O Dia

Rio - A discussão sobre o impeachment de Dilma Rousseff será abordada ao longo da campanha de Jandira Feghali (PCdoB) à prefeitura. Aliada da presidente afastada, a comunista é apoiada pelo PT e dirá que o PMDB “traiu Dilma por conveniência”. O ataque é direcionado ao prefeito Eduardo Paes e ao candidato peemedebista, Pedro Paulo Carvalho, que votou pelo afastamento na Câmara.

Na propaganda na TV, Jandira dirá que a revitalização da Zona Portuária — apontada por Paes como um dos principais legados da Olimpíada — só foi possível por conta de investimentos do governo federal na gestão de Dilma.

Fator Olimpíada

Jandira também reforçará o papel do ex-presidente Lula para que a cidade fosse escolhida como sede dos Jogos. O petista gravou anteontem vídeo que será usado na campanha da comunista.

Famosos pedem voto

Pedro Paulo levará esportistas e músicos para sua campanha na TV. Em favor do peemedebista falarão Carlos Alberto Parreira, técnico do tetra, o ex-jogador Bebeto e os sambistas Dudu Nobre e Marquinhos de Oswaldo Cruz. O horário eleitoral começa hoje.

Mais rápida que o Bolt

Candidata à prefeitura pelo recém-criado Novo, Carmen Migueles terá direito a cinco segundos na propaganda eleitoral na TV — pouco mais da metade do tempo que o jamaicano Usain Bolt leva para percorrer sua prova mais rápida, a dos 100 metros rasos.

Criatividade

Para driblar a escassez de segundos, Migueles apelou para a criatividade. Dirá seu nome e soltará uma frase de impacto: “O horário eleitoral é velho. Venha para o Novo”.

Papo com Beltrame

Única candidata do partido a concorrer a uma prefeitura nesta eleição, Migueles esteve ontem com José Mariano Beltrame para pedir a opinião do secretário de Segurança sobre temas relacionados à área. Migueles é contra o armamento da guarda municipal. “Fazer isso seria o mesmo que replicar a atividade da Polícia Militar. Não faz sentido.”