Convocado novamente, Jefferson afirma: 'Chegou a minha hora'

Reserva no Mundial, Jefferson, aos 31 anos, espera ser titular já nos amistosos com Colômbia e Equador

Por O Dia

Rio - Reserva de Julio Cesar no último Mundial, Jefferson tem a confiança de Dunga e deve ser o novo titular da Seleção. Aos 31 anos, o goleiro do Botafogo foi convocado ontem para os amistosos contra Colômbia e Equador e espera que a nova filosofia de trabalho o ajude a escrever um final mais feliz do que na Copa no Brasil. Jefferson demonstrou respeito por Rafael Cabral, do Napoli, mas acredita que é seu momento.

“Chegou o momento de buscar a titularidade na seleção brasileira. Não digo que eu saio na frente. Por tudo que eu já mostrei na Seleção, no Botafogo, pela experiência que eu tenho, chegou o momento para mostrar que eu tenho totais condições de ser titular, independentemente daqueles que forem. Eu respeito o Rafael e outros que também poderiam estar na Seleção, mas vou trabalhar para buscar o respeito do Dunga”, disse o goleiro, em entrevista ao ‘SporTV’.

Jefferson foi convocado para a seleção brasileiraReprodução Internet

Outro fator que motiva Jefferson é o fato de poder trabalhar com um ídolo. Tetracampeão mundial, em 1994, Taffarel é o preparador de goleiros da nova comissão técnica e promete elevar o nível do goleiro do Botafogo.

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“Fiquei na expectativa aqui, acordei cedo para acompanhar a convocação. E não é só trabalhar na Seleção, é aprender com o Taffarel. Todos os goleiros que estiverem ali vão aprender com o Taffarel no dia a dia, com a experiência dele, pela grandeza que ele tem. E pode ter certeza que não só eu, como o Rafael e outros também vão aprender e vão ficar mais experientes para assumir o gol da Seleção”, decretou.

Do banco de reservas, Jefferson viu todos os jogos do último Mundial, especialmente a vergonhosa derrota por 7 a 1 para a Alemanha, na semifinal. Por isso, pede que não se jogue uma responsabilidade relacionada ao ocorrido nas costas dos que estão entrando agora na Seleção.

“O jogo com a Alemanha foi atípico, inexplicável. Não podemos culpar aqueles que estiveram no campo ou jogar a responsabilidade para cima dos que estão entrando agora”, finalizou Jefferson.

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