Justiça suspende contrato da Marina

Shows deverão ser cancelados e shopping em obras, demolido

Por O Dia

Rio - Palco das competições de velas durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016, a Marina da Glória, no Parque do Flamengo, voltará a ser administrada pela Prefeitura do Rio. A Justiça Federal cancelou nesta quarta-feira o contrato de cessão do espaço, tombado pelo Instituto de Patrimônio Artístico e Histórico Nacional (Iphan), que foi feito entre o município e a BR Marinas, proprietária de uma rede de instalações para hospedagem de barcos no estado, e a MGX, do empresário Eike Batista.

“Na Marina da Glória estava sendo ilicitamente construído um shopping center em espaço tombado, portanto, a construção deverá ser demolida e todas as atividades que não foram ligadas à náutica (como shows, por exemplo) deverão ser canceladas”, afirmam os advogados Nelson Nirenberg e Daniel Stolear, que moveram a ação, em nome de usuários da Marina da Glória. A decisão foi tomada por unanimidade pelos desembargadores do Tribunal Regional Federal da 2ª Região.

Marina da GlóriaCarlos Eduardo Cardoso / Parceiro / Agência O Dia


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