Saiba como manter os dados de uma empresa em segurança

Contra os golpes, a melhor saída é a prevenção

Por O Dia

Rio - O sequestro de dados e furto de informações têm sido cada mais frequente nas empresas, o que causa  transtornos, prejuízos e desgastes profissionais. Copiar e enviar dados para o e-mail pessoal, imprimir dados financeiros e até mesmo contratos confidenciais são fatos que podem parecer insignificantes e, até mesmo, invisíveis para alguns funcionários, mas são práticas que caracterizam furto de informações. Para a empresa não ser vítima desses pequenos - e aparentemente inofensivos golpes, a melhor saída é a prevenção.

Segundo Alexandre Pinto, CEO e fundador da DiferenciAll, que presta Consultoria em Gestão Empresarial e serviços de Tecnologia da Informação, há sistemas que podem ser implementados nas companhias para que os documentos sejam protegidos. Ele explica que hoje em dia, entre eles, há o GED (Gerenciamento Eletrônico de Documentos), que é uma ferramenta que permite gerir de forma segura o que as pessoas estão armazenando, imprimindo,  compartilhando e até mesmo lendo.

Além disso, evita a tentativa de fraude, pois controla quais documentos e quem pode ter acesso e que tipo de acesso a eles. Por exemplo, apenas o departamento jurídico tem acesso a totalidade de informações dos contratos enquanto o departamento operacional apenas os serviços que serão executados.

Alexandre lembra que outra prática ainda não muito conhecida, mas que tem ganhado força, é o sequestro de dados. Os hackers confiscam todas as informações e só liberam após o pagamento de um ‘resgate’. Assim, são criadas, também, cada vez mais novas técnicas para blindar esses crimes empresariais. Segundo ele, há vários tipos de ferramentas para segurança da informação como backups, firewalls, antivírus, criptografia e outras.

“Por isso, é importante ter ferramentas complementares e com redundância. De preferência, uma dentro da empresa para o dia a dia, e o outra fora dela. Já fomos chamados para resolver sequestro de dados, mas o ideal é trabalhar com prevenção e há tecnologia para isso”, garante Alexandre.

Últimas de Economia