Mensalão: Ministros decidem pela prisão imediata de ex-diretor do BB

Roberto Jefferson também teve seus recursos negados pelo Supremo

Por O Dia

Brasília - Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) retomaram nesta quarta-feira a análise dos novos recursos de 13 réus do mensalão.  A sessão desta quarta-feira julga os Embargos de Declaração, ou seja, recurso que têm como principal objetivo sanar eventuais obscuridades, omissões ou contradições no acordão. Até o momento, o plenário já decretou prisão imediata do ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, que tem pena de 12 anos e 7 meses de prisão. Ordem de prisão, no entanto, precisa do despacho do presidente do STF. 

Foram recusados, também, os recursos dos ex-deputados Roberto Jefferson, José Borba, Bispo Rodrigues, Valdermar Costa Neto, Pedro Correa e Pedro Henry e do ex-tesoureiro do extinto PL Jacinto Lamas. O recurso do réu Breno Fischber foi aceito e sua condenação à prisão será convertida em pena alternativa.

Por unanimidade, os ministros aceitaram os recursos do deputado João Paulo Cunha.  João foi condenado por peculato, tendo desviado R$ 536.440,55 do dinheiro público (antes desse julgamento ainda havia dúvidas quanto ao valor). 



Últimas de _legado_Brasil