Refugiados se tornam voluntários em área atingida por terremoto

Ao menos 35 pessoas morreram na cidade de Amatrice. Solicitantes de asilo se ofereceram para ajudar após tragédia

Por clarissa.sardenberg

Rio - Vinte solicitantes de refúgio abrigados em uma estrutura em Monteprandone, na região de Marcas, partiram para trabalhar como voluntários em Amandola, uma das cidades da Itália atingidas pelo terremoto desta quarta-feira. Ao menos 35 pessoas morreram na cidade de Amatrice. 

Saiba: Terremoto devasta região da Itália e divide cidade ao meio 

Bombeiros em trabalho de resgate na Itália após terremoto EFE

"Foram eles que pediram para dar uma mão neste momento trágico para a região que os abriga", afirmou Paolo Bernabucci, dirigente do Grupo de Solidariedade Humana (GUS, na sigla em italiano), órgão criado para atender aos milhares de solicitantes de refúgio que entram no país todos os anos.

A Itália é um dos principais focos da crise migratória que afeta a Europa, resgatando todos os dias dezenas de pessoas de embarcações superlotadas no mar Mediterrâneo. Os imigrantes que se disponibilizaram para ajudar em Amandola são todos do norte da África.

Uma assinatura que vale muito

Contribua para mantermos um jornalismo profissional, combatendo às fake news e trazendo informações importantes para você formar a sua opinião. Somente com a sua ajuda poderemos continuar produzindo a maior e melhor cobertura sobre tudo o que acontece no nosso Rio de Janeiro.

Assine O Dia