Por O Dia

O Château Prieuré-Lichine é ideal para ser harmonizado com cordeiro%2C pato ou queijos maduros. Já o Le Angelots vai bem com carnes vermelhas acompanhadas de legumes Divulgação

A região de Bordeaux, no Sudoeste da França, é tão importante no mundo do vinho que até ganhou um blend de uvas batizado com seu nome, o corte bordelês, que une cabernet franc, cabernet sauvignon, merlot e petit verdot. A primeira é responsável pelos aromas defumados, terrosos e de frutas como framboesa e groselha preta. A sauvignon dá estrutura e corpo ao vinho. A merlot proporciona suavidade e maciez e a petit verdot dá um leve tempero. Essa união clássica é que forma o Château Prieuré-Lichine, produzido na charmosa propriedade do mesmo nome, na comuna de Margaux. Envelhecido em barricas de carvalho por 18 meses, ele é ideal para ser harmonizado com cordeiro, pato ou queijos maduros. Outra pérola de Bordeaux é o Les Angelots. Ele,  assim como o primeiro, chega ao Brasil importado com exclusividade pela Casa Flora. Diferentemente do Prieuré-Lichine, o Les Angelots é um corte de merlot (95%) e cabernet franc (5%). Produzido no Châteaux Villemaurine, em Saint-Émilion, ele vai bem com carnes vermelhas acompanhadas de legumes.

Além desses dois, o Château Marquis de Lalande é outro rótulo do sudoeste francês que aterrissa por aqui. Produzido em Saint-Julien, na sub-região de Médoc, ele reúne cabernet sauvignon (53%) e merlot (47%) e passa 12 meses em barrica de carvalho. De coloração cor vermelho granada intenso, o Château Marquis tem aromas de frutas escuras maduras, como o mirtilo, e de especiarias. Pode ser harmonizado perfeitamente com carnes vermelhas, peito de pato e queijos maduros.

OUTROS COPOS

Tempura e saquê

O badalado Sushi Leblon lança novos pratos como o sushi crocante de quinos, o atum semigrelhado com foie gras, molho wasabi e missô brunoise de maçã verde e o tempura de brigadeiro com shot de saquê com frutas vermelhas. Para harmonizar, saquês levemente secos ou suaves e doces.

Safra selecionada

A Vinícola Aurora lançou quarta-feira, na Expovinis, o Aurora Millésime Cabernet Sauvignon 2011. Elaborado com safra excepcional da uva, esse é o sétimo millésime da tradicional vinícola de Bento Gonçalves. Além dele, a Aurora deu ênfase aos seus vinhos com indicação de procedência do terroir de Pinto Bandeira, como o Aurora Pinto Bandeira Chardonnay e Aurora Pinto Bandeira Pinot Noir.

Rótulos dos ventos

A multimarcas Dona Coisa, no Jardim Botânico, vai comercializar os vinhos dos rótulos Era dos Ventos, como o Peverella 10, Merlot 08, Merlot 09 e Tempranillo 08. Eles são destaques ao lado das delícias do restaurante Aprazível, como compotas de berinjela agridoce, chutney de tomate e geleia de pimenta.

Uma fronteira chilena especial

A Concha Y Toro lançou na Expovinis nova safra do rótulo Frontera. O Blanco é um blend das uvas viognier (37%), chenin blanc (28%) riesling (20%) e pedro jimenez (15%), tem notas florais e de damasco. Já o Tinto é produzido com syrah (75%), cabernet sauvignon (15%) e merlot (10%), com aroma fresco de frutas vermelhas.

Drinques refrescantes

A convite dos chefs Erik Nako e Cristiano Lanna, da Prima Bruschetteria, o mixologista uruguaio Fabian Martinez repaginou a carta de drinques da casa. Entre os destaques estão o Limoncello Spritz, feito com espumante, limoncello e limão siciliano, e o Passione Spritz, que mistura espumante, licor de cassis e melancia.

Harmonia à mesa

Na próxima terça-feira, os chefs Ronaldo Canha, Márcio Dantas e Rita David se juntam para um jantar a seis mãos no Quadrucci. No menu, galinha d’angola com lagostins, ovo inflado com aroma de bacon e sobremesas com clorofila e beterraba harmonizados com vinhos da Azavini, como o Quinta da Fata Encruzada 2011.

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