Rede nacional: CNT é um cadáver em decomposição

Por O Dia

É perfeitamente compreensível que, em tempos bicudos como os de agora, algumas emissoras passem a se valer de determinados recursos para fazer frente aos seus compromissos.

Não tem como fugir dos vencimentos das contas, folhas de pagamentos, os empregos em jogo e outros encargos, daí apelar para a venda de horários, por mais incoerente, com todos os prejuízos que ela possa vir a representar.

O inaceitável, aquilo que ninguém pode concordar neste tipo de operação, é a transferência pura e simples de concessões para mãos de terceiros.

A CNT, um entre tantos outros casos que se proliferaram, em seu começo - não tão distante assim -, já fez televisão de verdade, reunindo em seus quadros talentos como Marília Gabriela, Marcelo Tas, Galvão Bueno, Luciano Huck, Adriane Galisteu, Juca Kfouri, Ronnie Von etc.

Hoje, com igreja o dia inteiro e logo no alto da tela, além de deixar dúvida a quem verdadeiramente pertence, é vista como só mais um cadáver em decomposição em rede nacional.

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