Atenção a cada fase

Por O Dia

Na infância
Com o início da vida escolar, é possível detectar problemas refrativos (miopia, astigmatismo e hipermetropia), que podem prejudicar o aprendizado. A ambliopia ou “olho preguiçoso” também precisa ser corrigida ainda nos primeiros anos de vida. Nesse caso, a visão não se desenvolve plenamente em um dos olhos, que pode ficar cego, apesar da aparência normal. Dificuldade para perceber distâncias e profundidade são sinais de alerta.

Na adolescência
Nesta fase, as pessoas estão sujeitas ao aparecimento demiopia, astigmatismo, hipermetropia e ceratocone. Esta doença provoca irregularidade da córnea, às vezes associada ao hábito de coçar excessivamente os olhos. Os sintomas são aumento da sensibilidade à luz e baixa da qualidade de visão, mesmo com o uso de óculos ou lentes de contato. Apesar de não ter cura, os tratamentos podem estabilizar o problema.

Na vida adulta
Queixas de coceira nos olhos, dificuldade para focalizar imagens e lacrimejamento devem ser levadas ao oftalmologista. Além da presbiopia (ou vista cansada), catarata, glaucoma e retinopatia diabética são frequentes a partir dos 40 anos. Diabéticos têm 25 vezes mais chances de perder a visão do que as demais pessoas; portanto, devem passar por consulta rotineiramente.

Na terceira idade
A Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) causa baixa visão central, o que dificulta principalmente a leitura. Os danos são irreversíveis, mas o diagnóstico precoce e os cuidados podem ajudar a controlar alguns dos efeitos da doença.

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