Um assinante perdido

Por O Dia

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O leitor Carlos Gomes fala da Petrobrás:

"Temos uma base no Amazonas (Orucum) da Petrobrás, e são necessários 200 km de dutos para levar o gás que produzimos para Manaus, pois as termelétricas têm um gasto absurdo de diesel , levado por balsas e caminhões de propriedade de politicos.

Quem paga a conta são os moradores da região sul e sudeste, todos com 2% de acréscimo na conta de luz. (Chamam de CCC).

Uma farra enorme com nosso dinheiro, e dizem que a tubulação da Petrobrás seria um crime ambiental.

Mas no século XXI chegamos a oito mil mertros para extração de óleo e gás no pré-sal e tenho certeza que mal nenhum haveria com o meio ambiente, e sim uma economia nos nossos bolsos.

Fora os acidentes que podem ocorrer com essas balsas.

Um abraço de um brasileiro.

Respondo que desconheço o assunto, mas não seria surpresa se houvesse mais um "rolo" na Petrobrás, sendo que muita gente ligada aos desmandos foi processada e presa. Fala-se pouco de dinheiro grosso devolvido à empresa. De uns tempos para cá a coisa complicou, o Supremo Tribunal Federal parece ter mudado de lado em alguns casos, passando a mão sobre a cabeça de bandidos, O presidente Temer também andou dando uma de Papai Noel, com indulto de Natal a maus elementos. A coisa ficou tão na cara que a presidente Carmem Lucia resolveu cancelar alguns indultos do nosso presidente da República, tão "bonzinho".

Aproveito para responder a outro leitor, o Paulo Cesar de Oliveira, que diz ter suspendido a assinatura de O Dia porque minha coluna apoia as reformas trabalhista e da previdência. Com isso fico devendo uma assinatura para o jornal.

Explico: a reforma trabalhista é uma excrecência do tempo de Getúlio, que naquela época tirou o empregado de uma desproteção total, onde não se respeitavam crianças nem mulheres grávidas no emprego. Só que isso mudou e a "bondade" dos juizes do trabalho hoje protege os que se aproveitam dessas leis ultrapassadas, afastando até a idéia de alguém abrir um negócio, por medo da CLT.

A reforma da previdência é uma questão de fazer as contas, e ser contra a existência de uma casta de pivilegiados cujas aposentadorias inviabilizaram todo o sistema, prejudicando a grande maioria dos funcionários: os não-públicos.

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