Por lucas.cardoso
Detroit - O mexicano Tracker foi renovado, com propriedade, e transformou-se em um outro carro. Mais leve e com motor de menor inércia que a versão anterior ele é puxado, agora por um propulsor 1.4 turbo, de alumínio, que gera 153 cv de potência máxima e entrega mais agilidade através do câmbio de seis marchas automático sequencial.
Com a frente redesenhada, seguindo a marca familiar, recebeu assinaturas em LEDS, que também aparecem nas lanternas  traseiras. Teve modificadas  a aerodinâmica e o interior, mais bem acabado e agradável. Para a segurança teve instalados alertas de ponto cego, úteis nas cidades.O discurso do carro, aliás, é todo urbano, com o conforto dos sedãs, embora com a mala de apenas 300 litros  e tração dianteira.
Chevrolet New Tracker 2017Divulgação

ONSTAR

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A conectividade é um ponto forte do modelo, que além dos itens já prosaicos no mercado, vende ainda a exclusividade do OnStar, sistema que associa assistência e conforto ao usuário  através de centrais dedicadas.

Na versão para os Estados Unidos, que testamos aqui em Detroit antes do Salão do Automóvel, além do velocímetro em milhas, um excepcional sistema  wi-fi  4G que ganha até do wi-fi do Hotel Marriott, onde estou hospedado. Pena que este conteúdo, por questões estruturais do Brasil, não vá ser oferecido por aí.

NA PISTA

Temperatura baixa, muito baixa mesmo e chão congelado no quase Canadá que é o Estado de Michigan e vamos para a estrada. No test drive de pouco mais de 150 quilômetros deu para perceber virtudes  no novo carro, como o excelente nível de acabamento e ruído e a agilidade do motor. O Tracker vai brigar no Brasil em segmento que cresce muito e é objeto de atenção de todas as marcas e agora tem o que oferecer em preço mais baixo, tecnologia e nível de equipamentos.

A versão LT começa em R$ 80 mil, bem completa e a LTZ pode custar de R$ 90 a R$ 93 mil, esta última com airbag lateral e de cortina.