Em novo reality do A&E, transportadores carregam mercadorias difíceis

'Guerra de Entregas' apresenta cargas mais que pesadas

Por O Dia

Rio - Para levar cargas tão diferentes quanto um carregamento de plantas carnívoras ou uma cabeça gigante de bebê de um canto ao outro dos Estados Unidos, os transportadores de ‘Guerra de Entregas’, do A&E, não medem esforços. Tanto que o sucesso da turma está garantido: a quarta temporada da série estreia hoje, às 22h. 

Marc Springer com a filha Casey%2C que ele está treinando para o trabalhoDivulgação


A atração conta um pouco da história de cinco equipes de profissionais do ramo lideradas por Jennifer Brennan, Marc Springer, Jarrett Joyce, Roy Garber (que morreu subitamente há menos de um mês, aos 49 anos, de ataque cardíaco), Christopher Hanna e sua mulher, Robbie Welsh. Os episódios mostram o dia a dia de cada uma dessas pessoas, os momentos de tensão, a rivalidade entre os grupos e a dificuldade para transportar as cargas, mercadorias que as grandes empresas do setor geralmente se recusam a levar.

"Os contratantes abrem concorrência para ver quem vai dar o melhor preço e oferecer o menor tempo para transportar a encomenda. Os destinos são os mais variados dentro dos Estados Unidos”, conta Springer, que relembra sua entrega mais difícil: “Tive que viajar com cinco milhões de abelhas, uma carga inacreditável. Em determinado momento, elas escaparam e fiquei louco, todas voando, e eu sem saber o que fazer. Esse caso foi parar num dos programas.”

No episódio de estreia, ‘Homens e Manequins’, Robbie está disposta a provar para Chris que as mulheres podem fazer as mesmas coisas que os homens e aceita um carregamento ‘de macho’. Já Jennifer transporta uma carga de manequins valiosos pelo centro do país. Brincalhão, Springer, que adora viajar em companhia da filha, que está sendo treinada na profissão por ele, faz piada sobre uma próxima temporada: “Tenho muita vontade de conhecer a América Latina, o Brasil. Se me pagarem bem, eu vou. Podíamos fazer umas entregas por lá. Mas tenho que calcular bem os riscos, não é? Dizem que as estradas são perigosas.”